A primeira vez com um pauzudo

Estou escrevendo este conto como uma forma de responder ao grande número de homens que perguntam como se iniciou a minha vida de traveca vadia. Não que eu esteja me queixando de contar a minha história para os machos que querem foder comigo, mas estando escrito fica mais fácil para tantos os curiosos que trepam comigo como para um número grande de homens que ainda vão me conhecer e me comer.

Comecei a dar muito cedo. Desde cedo que passei a brincar com os machos de troca-troca e desde aquela época eu gostava somente de ficar por baixo. Adorava que passassem a mão na minha bunda e gostava de punhetar meus colegas. Conforme ia crescendo minha fama no bairro ia aumentando e onde eu estivesse alguém sempre queria brincar de me sentar no colo com o pauzinho dentro da minha bunda.
O primeiro que fez isso foi um cara chamado Rogério. Ele era 5 anos mais velho que eu. Mesmo sem eu o conhecer, ele sabia da minha fama e um dia quando eu saí de casa ele me parou e pediu para eu dar o rabinho pra ele exatamente quando eu passava em um caminho deserto. Era muito cedo e ele ia andando de bicicleta e falando que eu já tinha dado a bunda para um amigo dele e que ia ter que dar pra ele também.
Eu fiquei tentada porque ele era bem mais bonito e forte do que os caras que haviam me comido até ali e eu pensava que a piroca devia ser grande também, mas eu tinha medo e fiquei negando, dizendo que não era eu que dava, que ele estava me confundindo e passei a andar mais rápido no meio daquele mato. Ele insistiu um pouco e depois parecia ter desistido e me largou, andando mais rápido com a bicicleta.
Continuei indo para meu destino até que em frente uma casa abandonada e isolada vi ele sentado sobre um monte de tijolos. Era cerca de 6 e meia da manhã, estava meio escuro e chovia fino. Não havia ninguém naquele lugar e ele me olhava enquanto alisava o pau que estava bem grande embaixo do short. De repente ele arriou o short e a cueca e ficou sem camisa também. Largou a roupa na entrada da casa e veio para o meu lado pelado. A pica estava toda dura, em pé. Grande, grandona mesmo. A cabeça brilhava e tinha pelos no saco e nas pernas dele. Eu tremi de tesão e de medo ao mesmo tempo:
Me agarrando pelo braço ele disse:
– Você tem que me dar o cuzinho agora. Se você não entrar e ficar pelado eu vou te meter a porrada. Entra logo, vai. Tô doido pra comer seu cu agora.
Pensei em correr, mas também não conseguia parar de olhar para aquela vara. Continuei na rua andando. Só que ele foi para a rua e me segurou enquanto eu tentava correr. Eu me debati e comecei a gritar, mas ele era bem mais forte e tapou minha boca e me puxou para trás. Bati com as costas na pica grande e isso fez meu olhinho piscar.
Ele foi me arrastando para dentro da casa velha. Lá em um chão de terra havia um colchão de casal velho todo manchado de porra. Parecia que um batalhão tinha gozado ali. Ele me jogou naquele negócio sujo e falando:
– Fica pelado vai. Fica pelado que eu quero ver essa bunda!
Obedeci devagar e ele acabou puxando minha calça e me deixando nuazinha:
– Nossa! Que bunda lisinha, parece menina. Olha o pau que vai te enrabar.
Falou isso encostando o caralho na minha cara. Era grandão. Maior do que todos que eu tinha visto e colocado a mão. Branco com a cabeça parecendo um tomate de tão vermelho. Ele fazia ele pulsar e a coisona subia e descia
Aí ele descobriu que meu pauzinho estava durinho também. Isso fez ele rir e alisar o próprio cacete. Nessa hora eu olhei bem e vi que o piru tava com uma gosma na ponta. Gostei, mas também fiquei com medo porque pensei que ele ia enfiar logo aquele poste em mim, só que ele não meteu. Ficou em pé no colchão e me botou pra chupar. Eu nunca tinha feito aquilo, mas já que ele queria, aproveitei e fiquei mais tranquila porque assim eu não ia ter que aguentar a vara grande logo de cara.
Lembro direitinho essa primeira mamação de piroca. Ele botou na minha cara o pau, que foi arrastado pelo meu nariz, pelos olhos e depois foi enfiado com força na minha boca aberta. Senti aquilo entrando pelos meus lábios e a cabeça vermelha encostando na minha língua. Minha boquinha ficou cheia de pau. Meu cuzinho começou a piscar e se molhou todo enquanto ele mandava eu mamar. Em lugar de mamar comecei a lamber a cabeça e logo segurei o pau pelo talo e fui punhetando ele enquanto passava a língua na ponta. Aquilo era quente e estava duro igual pedra:
– Você mama bem, lambe, lambe assim mesmo. Tá ficando mais duro ainda, tá vendo?
Rogério urrava igual bicho e mandava eu chupar. Passei a fazer o que ele queria mais rapidamente e arregaçava o caralho enquanto chupava e lambia também com força. Ficamos assim um bom tempo e eu sentia a gostosura do pau e o cheiro do lugar abandonado e cheio de porra seca. Ele segurava a minha cabeça e me fazia quase engasgar com o pau. Depois de um tempo o pau começou a jorrar e me encheu de porra. Minha boquinha ficou cheia de leite amargo e salgado ao mesmo tempo. Gostei da consistência e deixei escorrer tudo pelos cantos da boca. Fiquei toda lambuzada. Era muita porra mesmo. Ele pegou a cueca e me ajudou a limpar aquela coisa toda.
Ele ficou todo carinhoso depois da gozada e falou que a gente podia repetir no dia seguinte. Eu concordei sem marcar nada mas fui colocando a minha roupa enquanto olhava o pau dele abaixar bem devagar. Estava com vontade de continuar mamando, mas tinha vergonha ainda naquela época e tinha medo dele querer enfiar aquilo em mim.
Rápido saímos dali e eu fui para meu destino cheirando a leite de homem. Sonhei com o pau à noite e bem de manhã arrumei o café, me arrumei e saí para a rua. Não deu outra, eu botei o pé na rua e ele veio atrás na bicicleta. Ficou do meu lado em silêncio e assim fomos até a casa. Entrei, tirei a roupa toda, ele abaixou o short e eu me ajoelhei para mamar. Comecei tudo de novo e logo depois ele se deitou e eu me abaixei para continuar a mamação. Só que ele não gozava nunca e depois de um tempo se levantou, me botou de quatro e encostou o pau na minha bunda:
– Gostou de ontem? Hoje eu vou te comer de quatro!!
Ai foi me abrindo, empurrando o caralho para o meu cuzinho. Duro do jeito que estava não demorou nada para a cabeça vermelha me arrombar o rabinho virgem:
– Para, para, para, tá doendo muito!
Ele parou. Tirou o cacete e me deu uma pomada pra eu passar na cabeça do pau dele. Punhetei o pau com força na esperança de fazer ele esguinchar. Ele urrava mas nada de gozar. Depois de um tempo, o pau tava todo lambuzado com a tal pomada:
– Eu vou deitar e você tenta sentar com o cuzinho bem aberto no meu cacete, vem!
Assim eu fiz. Me arreganhei e trepei no pau enquanto ele estava deitado. A cabeça foi deslizando pra dentro do cuzinho, eu fui sendo aberta, aberta, aberta até que senti o caralho todo dentro. O cacete pulsava sem parar dentro de mim. A sensação era muito boa, mas eu estava com medo de me mover. Ele segurou minha bunda e falou:
– Sobe e desce vai! Engole gostoso o piru, viado!
Ardia demais. Eu comecei a pedir para parar, mas o desgraçado nem ligou, me agarrou pelas ancas e enfiou tudo de uma vez só. Não senti nem um pouco de prazer. Era só dor. Ele gemia atrás e eu chorava de verdade e bem alto enquanto o pau entrava e saia. De tanto eu querer sair ele me derrubou no colchão e foi bombando, bombando, bombando até começar a ganir enquanto gozava. Gozou e não saiu de cima. Ficou se mexendo com o pau meio mole e me xingando de viado safado e falando que meu cuzinho era gostoso e que ele ia foder de novo.
Dito e feito. Nem tirou o pau e eu senti ele ir aumentando, aumentando e a foda recomeçou. A dor foi passando nessa segunda foda. E eu fui gostando do negócio, fui sentindo melhor o caralho no cu. Fiquei de quatro de novo experimentei me arreganhar mais e descobri que podia facilitar o caminho do pau se me abrisse mais e se ficasse relaxada. Aproveitei ao máximo essa foda juvenil e no final estava rebolando e tocando uma punheta que me fez gozar muito gostoso enquanto o caralho me fodia. Depois de algumas fodidas mais ele gozou também e eu tive a certeza absoluta apesar da pouca idade que meu negócio era mesmo chupar e me abrir para pirocas.
Quer cu?

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