Cliente do escritório me seduziu

Isto aconteceu comigo faz mais ou menos 2 anos. Estava trabalhando no escritório, como de costume. Sou uma travesti, e são raros os locais de trabalho que contratm travestis. Tenho traços femininos, o que acaba me ajudando em diversas situações do cotidiano, no entanto é de conhecimento de todos que me rodeiam, que sou uma travesti. Tenho 1,70m e 60kg, magra e bem safadinha. Trabalhava como secretária de um executivo na Av Faria Lima.


Certo dia, haveria uma reunião e fui designada pra receber outros executivos e organizar o coffe break. Estava na cozinha, preparando tudo quando apareceu Carlos (codinome), um dos participantes da reunião. Perguntou onde tinha um copo d’água e se eu queria ajuda pra organizar tudo. Disse que já estava acabando. Ele insistiu e perguntou minha idade. Respondi, 25. Ele aparentava ter 28-30 anos, corpo atlético e alto. Seu olhar começou a mudar e vi o desejo brotando no seu corpo. Fiz de desentendida. Neste momento, entra um funcionário na sala. Eu já havia terminado de arrumar me dirigi até a porta de saída da cozinha, e ele me

seguiu. Em frente a sala de reunião estava todos os participantes esperando pelo início da mesma, num lugar apertado. Aproveitando-se do vucu-vucu da regiçao, Carlos se aproximou de mim por trás, de modo que eu consegui sentir sua respiração na minha nuca. Me estremeci, meu pau na calcinha começou a cresce. Ele nao contente, se aproximou mais até o momento que seu pau duro encostou na minha bunda. Neste momento olhei sorrateiramente para trás, e vi seu sorriso safado.
Meu chefe fez o chamado e todos entraram na sala, inclusive eu. Sentei no fundo da sala, pois entraria e sairia dela com frequencia durante a reunião. Não por acaso, Carlos sentou do meu lado, na última cadeira encostada na parede do fundo. Sua perna já foi ao encontro da minha, e vi o volume em sua cueca cresce. Joguei meus cabelos na direção dele e apoiei minha mão na coxa dele, fui deslizando pra cima até que senti o volume duro dentro de sua calça. Me assustei, alguém poderia ter nos visto.
Me levantei e saí da sala. Carlos continuaria me provocando e eu não aguentaria me conter se continuasse ali. Passados uns 30 minutos, Carlos sai da sala e passa pela minha mesa, no escritório. Sorrio e indico o corredor que leva para as escadas de emergência.

Fomos na mesma direção caminhando, mal cheguei as escadas e Carlos já colocava a mão na minha cintura e me puxava em direção ao seu corpo. Senti aquele pau endurecer, enquanto ele beijava e chupava meu pescoço. Desabotoei os botões de sua camisa passei a mão em seu corpo sarado. Ele se arrepiava. Ajoelhei, abri o ziper de sua calça e dei de cara com aquele monstro na sua cueca, não exitei. Coloquei todo na boca e só senti aquele membro pulsar na minha língua. Me levantei, e desta vez ele levantou o meu vestido e abaixou minha calcinha, me colocou de quatro nas escadas e começou a meter a língua no meu cuzinho enquanto segurava meu pau duro.

Sussurrou baixinho. “deixa eu comer o seu cuzinho, vem ser minha putinha”. Estremeci. Ele tirou uma camisinha do bolso, abriu, e colocou no pau. Me colocou de quatro e enfiou novamente a língua no meu cuzinho, me deixando bem molhadinha. Ajeitou o seu pau no meu cu e meteu, foi entrando devagar até o talo. Queria gritar, mas só pude gemer baixinho. A cada gemia, ele metia mais um pouquinho. Foi metendo e me deixando arrombadinha, enquanto segurava meus peitos. Passados alguns minutos, me colocou de joelho, tirou a camisinha e meteu o pau na minha garganta, enchendo minha boca de leite. Engoli tudo com um sorriso nos lábios. Quando menos esperei, ele me colocou na sua frente dele, de modo que seu pau roçava no meu cuzinho, enquanto pegou meu pau e começou a me masturbar. Seu pau ora entrava com a cabecinha no meu cuzinho, ora saia. Até que não resisti e gozei na escada.

Depois do tesão, veio o nervoso de como ajeitar aquela situação. Carlos logo saiu da escada e voltou para o escritório. Pra não levantar suspeitas, desci as escadas, me limpei no banheiro do andar de baixo, e subi de elevador, de modo que quando cheguei ao andar do escritório, meu chefe me esperava sem ter desconfiado de nada.

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