Virei a puta de duas travestis

Duas semanas depois daquele maravilhoso acontecimento, a Taty me mandou mensagem 3h da manhã de uma quinta feira dizendo que estava na hora de eu beber o leitinho dela direto da fonte. Perfeito, todos da república dormindo, eu na seca e ela querendo transar, falei pra vir que estava com saudade do leitinho da minha fêmea e ela disse que estava com saudade do meu leite também. Já comecei a ficar excitado.

Quando ela chegou eu me assustei, estava com uma amiga, fiquei com medo de ela ter contado pra todas elas e isso se espalhar de alguma forma mas me tranquilizou e disse que só contou pra melhor amiga dela, e me apresentou Vanessa. Ela é linda mas não tanto quanto a Taty, já tinha me pedido cigarro algumas vezes quando eu passava na esquina, branquinha, cabelo castanho, siliconada e corpão gostoso e alta também, estava com um vestidinho curtíssimo e apertado pra exibir as curvas dela, a Taty estava de meia calça de redinha e só de calcinha, do mesmo jeito que estava quando bati punheta na varanda vendo ela, disse que colocou essa roupa de propósito porque contei aquilo pra ela.

Chamei as duas pra entrar e lasquei um beijo molhado na Taty, depois cheguei bem perto da Vanessa, peguei na cintura dela e disse:

— Você é muito gostosa Vane, a Taty deve gostar muito de mim pra trazer um presente desses, vou chupar você todinha e depois te comer de quatro igual fiz com ela.

— Ai que menino safado, bem que você falou Taty, ele provoca mesmo! Seu puto vem cá me beijar também.

Nos beijamos roçando até ficar de pau duro, e quando vi a Taty já estava com o pau na mão batendo punheta com cara de safada. Que perigo de alguém ver aquela cena, dei um tapa na bunda da Vane e peguei a Taty pelo pau e levei elas pro quartinho antes que desse problema.

Lá a Vane disse:

— Eu ja estava quase comendo a Taty no meio da rua, ela tá muito tarada hoje, não parava de me provocar, falando besteira e se esfregando em mim.

— Como eu te adoro Taty minha putinha loira fogosa, fiquei esse tempo todo pensando em você, cada gozada que eu dei batendo punheta nesse tempo foi pensando na nossa transa, puta saudade.

— Hoje vai ter em dobro pra você meu machinho, tira essa roupa, deixa eu ver seu pau duro.

Fiquei pelado e ela já veio me chupar, a Vane veio do meu lado e colocou o pau pra fora do vestidinho, a Taty revezava aquele boquete gostoso nos dois paus e eu comecei a mamar no peito da Vane, que gostoso. Depois a Vane também se ajoelhou pra me chupar, que coisa linda aquelas duas se masturbando enquanto chupavam meu pau e se beijavam, com certeza elas já tinham feito isso antes tamanha sinergia, engoliam inteiro uma de cada vez e depois lambiam, quando a Taty chupou meu saco enquanto a Vane mamava a cabeça do meu pau fiquei louco, pedi pra elas parassem antes que eu gozasse. Aí elas tiraram a roupa.

Quando vi as duas peladas na minha frente me bateu um sentimento de puta, aquelas duas gostosas com pau grande e duro me faziam se sentir inferior, já não era mais tão macho assim, agora era eu quem tinha o dever de satisfazer elas, estavam em maioria. Logo ajoelhei e comecei a contemplar as rolas, começando pela Vane. Ela tem um pau bem grande, maior que da Taty, meio torto pra esquerda delicioso com a cabeça rosada. Agarrei aquele pau e levantei pra ver melhor o saco, delicioso também soltinho no calor que estava aquele dia, a primeira coisa que fiz foi enfiar o saco dela na boca, que delícia meu pau pulsava sem parar. Dei uma boa lambida da base até a cabecinha depois bati aquela pica bem forte no meu rosto e dei vários beijos no pau dela todo. As duas riam me vendo se deliciar, aí eu fui pra Taty que estava batendo punheta e veio mais perto encostando o pau no meu rosto, vi aquele caralho implorando pra ser chupado e enfiei tudo na boca, eu adorava chupar o pau da Taty porque cabia inteiro na minha boca e sentia o saco encostando no queixo, com uma mão eu batia punheta pra Vane e com a outra enfiava só o dedinho no cu da Taty enquanto mamava seu pau.

Agora eu iria experimentar chupar meu segundo pau da vida, o da Vane. Comecei chupando a cabecinha e fui tentando enfiar o mais fundo que podia mas era muito grosso, eu não conseguia, ela pegou minha cabeça e começou a foder minha boca, eu adorei isso, quando ela parou de meter na minha boca eu comecei a encostar o pau das duas masturbando devagar, aí coloquei as duas cabeças do pau delas na boca e fiquei chupando, eu estava morrendo de tesão chupando aqueles dois paus lindos ao mesmo tempo, se deliciava, lambia beijava, mais um sonho realizado. Até que a Vane disse:

— Taty olha como esse menino adora rola, não sei se ele vai dar conta de comer a gente, acho que ele é que vai acabar dando o cu.

Pior que era verdade, elas tinham muito mais virilidade e experiência que eu e ainda por cima eram duas, só de mamar elas meu pau já latejava de duro sem nem encostar, então eu não precisava comer elas pra sentir prazer, talvez apenas dando e mamando eu durava mais tempo sem gozar e não passava vergonha sendo precoce. Fazia todo sentido eu ser a puta delas naquela situação.

Parei de chupar e comecei a bater punheta para as duas e disse olhando pra cima:

— Meu pau está explodindo de duro sem nem encostar, acho que não vou conseguir satisfazer vocês por muito tempo mesmo, teria que meter quase parando pra não gozar… Eu nunca dei antes mas faço o que vocês quiserem, podem me comer, hoje é vocês que mandam.

Aí a Taty disse:

— Então meu machinho vai virar putinha hoje, vamos tirar o cabaço do seu cu e além de viciado em porra vai ficar viciado em ser comido, qualquer dia você vai estar implorando pra ser preenchido de novo.

Aquilo me excitou muito, eu sabia que era verdade, quando via pornô de travesti eu morria de curiosidade em saber o que elas sentiam dando o cu de pau duro pra um macho, com certeza iria viciar. De vez em quando enfiava o dedo ou algo maior no cu e achava uma delícia, já enfiei até uma banana com camisinha, não seria tão difícil assim minha primeira vez pois eu já sabia a técnica pra não doer.

— Vem minhas donas, quero que me façam de fêmea!

Fiquei de quatro e comecei a chupar o pau da Vane pois queria que a Taty me comesse primeiro por ser mais carinhosa, e foi o que ela fez, colocou a camisinha e passou lubrificante, depois senti ela pegando na minha cintura e o pau duro dela cutucando a entrada do meu cu, fiquei louco de tesão e pedi pra ela começar logo pois não aguentava de ansiedade. Eu relaxei o cu e ela enfiou a cabecinha, senti meu cu se alargando e o prazer tomou conta de mim, tudo isso enquanto mamava o pauzão da Vane, ela foi enfiando de pouquinho até entrar tudo e eu comecei a rebolar de tesão. Elas não paravam de falar sacanagem, me chamando de puta enquanto eu me realizava perdendo o cabaço do cu com uma rola gostosa na boca, que sorte a minha… Aquela rola me preenchia por dentro só quem já deu sabe como é ter um pau de verdade bombando no seu cu.

Depois de meter bastante a Taty tirou o pau pra fora e eu senti um vazio inexplicável, olhei pra ela e ela disse:

— Agora é a vez da Vane comer o seu cu, vamos ver se você aguenta um pau do tamanho do dela agora que já está arrombadinho.

Ela tirou a camisinha e veio do lado da Vane e as duas ficaram batendo o pau no meu rosto, a Taty ficava apertando o pau pra sair a pré-ejaculação e mandava eu lamber, aquilo só aumentava minha vontade de beber porra.

Comecei a mamar o pau da Taty que babava sem parar, dava pra ver que ela se contorcia gemendo de tesão, tratei muito bem do pau da minha fêmea que havia acabado de me comer, dava pra ver que ela estava quase gozando com o pau pulsando na minha boca, as veias inchavam de tão duro que estava. Nisso Vane se posicionou atrás de mim e por sorte ela também foi piedosa e começou devagar porque dava pra sentir que era um pau maior me invadindo mas eu aguentei muito bem, depois de entrar tudo ela continuou com o pauzão pulsando dentro do meu cu, forçando mais ainda pra entrar sendo que já estava tudo dentro, e eu forçava a bunda para trás também, meu cu piscava de tesão apertando aquele pau latejando. Logo ela estava me comendo com gosto metendo forte até o fundo e voltando, que delícia sentir as bolas dela batendo na minha bunda dava pra ouvir o barulho a cada metida, ela fez eu me sentir uma puta dominada, a cada gemido que ela dava aumentava minha sensação de dever cumprido por ser capaz satisfazer suas necessidades.

A Vane pegou no meu pau e disse:

— O pau dele está durinho Taty, ele está adorando ser comido, agora não tem mais volta, sempre que quisermos gozar vamos ter um depósito de porra pra nos satisfazer.

— Meu machinho é muito safado, to vendo que desse jeito ele não vai se conter só comigo, sempre vai precisar de mais pau pra se satisfazer.

Como era bom ouvir essas duas falando essas coisas enquanto transava, a Vane batia punheta pra mim enquanto me comia e de vez em quando eu tinha que tirar a mão dela pra não gozar, eu não aguentava mais e falei:

— Me dá leitinho Taty, por favor!

— Ai que dó do meu machinho, vou gozar pra você beber, abre bem a boca e coloca a língua pra fora.

Ela começou a bater punheta apontando pra minha língua e a Vane não parava de me comer, eu não tirava os olhos daquele pau veiúdo que finalmente iria me dar o tão desejado leite, até que ela gozou, foi perfeito, ela acertou tudo na minha boca e não caiu nenhuma gota pra fora, quanta porra grossa e quente inundando minha boca, engoli tudo de uma vez e o sabor tomou conta da minha boca, eu lambi e beijei muito a cabeçona do pau dela estava muito feliz e inclusive agradeci ela pela leitada dizendo que estava delicioso. Eu ficava pressionando o pau dela contra meu rosto e beijando muito. A Vane ficou louca vendo esta cena:

— Ai que puta safada, ele engoliu tudo mesmo e ainda agradeceu, vem cá que agora vai beber meu leite também.

Nisso a Taty se ajoelhou do meu lado, me beijou com muito carinho e disse:

— Divide o leitinho da Vane com a sua fêmea?

Nossa eu fiquei com um amor por ela ouvindo isso. Encostei meu rosto no dela e nós dois ficamos olhando pra Vane esperando a gozada com a língua pra fora, ela batia punheta freneticamente até começar a gemer com aquela voz linda de travesti e soltar o primeiro jato farto na minha boca, soltou mais dois jatos e depois gozou mais três jatos na boca da Taty, quanta porra aquela mulher gozava, ela gozou meio de longe então caiu porra no nosso rosto também, engoli tudo e lambi os beiços. A porra era deliciosa e tinha um cheiro de tesão que me deixava louco, tão quente e grossa me fazia querer mais. Olhei pra Taty e ela me mostrou a porra na língua e depois engoliu com aquela carinha de anjo suja de porra. Lambi toda a porra que tinha no rosto dela, ela também lambeu meu rosto e nos beijamos muito com gosto de porra na boca, eu estava apaixonado por ela.

Nisso a Vane disse que agora era minha vez de gozar, mas que eu só poderia gozar com a pica dela socada no meu cu porque eu era a puta. Fiquei impressionado de ver que ela ainda estava de pau duro batendo punheta, a Vane é insaciável e eu adorei a ideia.

Eu pedi pra Taty deitar de frente pra mim, deitei em cima dela e a Vane ja veio por trás, enfiando no meu cu, fiquei roçando meu pau duríssimo no pau da Taty até ela ficar de pau duro de novo e não demorou muito, logo eu estava delirando com o pauzão da Vane socado do meu cu e meu pau roçando no pau da Taty, beijei ela bem gostoso e ela disse que queria beber minha porra, ela virou numa posição de 69 começou a chupar meu pau, e eu o dela. A Taty continuou metendo bem rápido até gozar no meu cu e deixou o pau atolado lá, não demorou muito e eu já estava gozando na boca da Taty, que tesão da porra gozei muito e minha puta linda engoliu tudo.

Quando a Vane tirou o pau do meu cu fiz questão de fazer do jeito que minha fêmea tinha me ensinado, tirei a camisinha dela e fiz a porra escorrer na minha boca e bebi tudo, bem menos dessa vez.

Mesmo depois de eu já ter gozado foi gostoso beber a porra dela porque era como se fosse um dever, eu não poderia desperdiçar a porra da fêmea que me comeu, seria ingratidão. Esse sentimento de dominação me dava vontade de beber porra mesmo depois de já ter gozado, agora eu entendia porque a Taty também bebia. Beijei muito ela.

Depois disso elas se despediram e foram embora, fumei um cigarro e fiquei pensando no que tinha acontecido, mesmo eu agindo como uma puta a Taty ainda parecia me tratar como o macho dela, simplesmente um macho que também gostava de dar e beber porra com ela mas que morria de tesão pela sua fêmea. Já a Vane me tratou como se eu fosse gay mesmo, ela me comeu como um macho de verdade comeria. Não que eu não tenha gostado, foi uma experiência maravilhosa ser comido por ela daquele jeito mas a Taty despertava algo em mim, ela era mais versátil.

Eu estava completamente apaixonado pela Taty, talvez porque me sentia mais macho do que ela, mesmo eu tendo agido como uma puta ela ainda era mais puta do que eu e me excitava pensar nisso, ela deve ter passado vontade de ser comida dessa vez, e eu passei vontade de comer as duas.

Pensava que planos ela teria pra mim, eu queria namorar em sigilo, no dia seguinte resolvi conversar com ela por mensagem para ver o que ela pensava sobre a gente, se eu era mesmo só um depósito de porra pra quando ela não conseguisse programa ou se ela realmente estava gostando de mim.

Está sendo um alívio escrever esses contos pois não tenho ninguém pra falar sobre isso, quis escrever também pra que sempre esteja aqui guardado e eu nunca esqueça de nenhum detalhe sobre essas fodas deliciosas. Qualquer dia vou mandar esses contos pra Taty pra ver se ela gosta.

No nosso terceiro encontro fomos em uma boate onde acontecia umas coisas gostosas e eu dormi na casa dela, depois eu conto.

One Reply to “Virei a puta de duas travestis”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *