Fui estuprado pela travesti

Após muito tempo sem escrever absolutamente nada, volto hoje a escrever, contando-lhes o que aconteceu amigo no dia de hoje.

Ou seja, tudo o que irei relatar aqui, é 100% verídico.

Bom, após meses ausente aqui do site, justamente por ter conquistado o que eu queria com meus amigos héteros, segui em frente.

Algumas vezes ainda dou para eles juntos, assim como também dou para eles individualmente (separados).

Resumindo, eu levo pica no meu cu guloso toda semana.

Porém, hoje aconteceu algo que eu nunca imaginei passar.

Sai para beber com alguns amigos durante a noite, e assim as horas passaram.

Após ter entrado em meu carro para ir embora para casa após o encontro com os amigos, estacionei meu carro em uma vaga próxima a um posto de gasolina, pois eu recebido duas ligações em meu celular, e no pensamento de achar que era algo importante ou grave, estacionei para verificar.

Tok tok no vidro. Fui surpreendido por uma linda travesti morena.

Cabelo lisos e longos, pele levemente bronzeada, um metro e oitenta, bem distribuída.

Peitos e bunda enormes.

Vendo de perto, parecia uma linda e requisitada travesti de luxo!

Vestia um vestido preto curto e calçava lindos saltos altos de couro.

Abaixei o vidro para atendê-la e seu perfume era incrível.

—Moço, você teria um isqueiro para me emprestar? Não consigo encontrar o meu na bolsa. Não sei se você fuma, mas decidi te perguntar. Ela disse.

—Sem problemas, fica tranquila. Aliás, eu tenho sim, pode usar. Eu respondi educadamente.

E após eu ter respondido, comecei a pensar em silêncio, o motivo pelo qual aquela travesti estava ali. Afinal, tendo nascido e crescido na cidade que moro, aquele posto em questão, daquela quadra, daquele bairro… nunca foi um posto de travestis.

Ela estar ali… sozinha… achei muito estranho. Mas relevei.

—Obrigada, moço. Consegui acender meu cigarro. Ela disse.

—Imagina! Respondi de prontidão.

—Você poderia me fazer um último favor? Ela perguntou com cara de envergonhada.

—Errr… o que seria? Eu perguntei desconfiado.

—Você pode ligar a lanterna do seu celular ali perto do poste onde eu estava? Está muito escuro ali naquele pedaço e eu gostaria de ver se meu isqueiro não caiu ali. Pois não vou embora tão já, aí vou precisar, senão terei que pedir isqueiro emprestado para quem passar por aqui. Ela disse.

—Claro, sem problemas. Mas irei iluminar rapidamente, pois preciso ir para casa. Eu respondi.

Instantaneamente após eu ter saído do meu carro, coloquei meus pertences no bolso de trás da bermuda, tranquei meu carro e coloquei a chave no bolso.

Foi a única coisa que pensei na hora: trancar tudo e guardar tudo nos bolsos.

Iluminei ao redor do chão para ela, até que a história se inicia.

Ele me empurrou muito forte naquele poste e colocou umas das mãos na minha boca, então falou:

—Cala boca, eu não quero te fazer nenhum mal! Sai com um cara hoje, e ele me deixou na esquina de baixo após termos discutido dentro do carro dele. Foi assim que cheguei até aqui e parei no seu carro!

Tô afim de meter num cuzão gostoso hoje, gosto de ser ativa e vou comer rabo. Foda-se se você é hétero. Se você gritar eu tiro minha faca da bolsa. Ela disse.

—Você ficou louca, porra? Que porra é essa? Pegadinha? Cadê a câmera escondida? Quer dizer então que quando você fica de pau duro na rua, vai atacar o primeiro que você ver? Me solta! Se você foi largada na esquina de baixo, o problema não é meu, além do mais, tivesse mostrado sua faca ao cara quando ele te expulsou do carro dele. Eu respondi.

—O cara era feio e não quis liberar o cu pra mim. Você é todo lindinho. Eu realmente só queria seu isqueiro emprestado, mas você tem um rostinho de passivo safado. E aproveitando que eu bebi e tô com tesão, juntando com o fato dessa rua ser deserta, eu vou te comer aqui. – Ela disse.

—O posto tá logo ali, sua esquizofrênica. Ande 500 metros e o posto tá ali. Sai fora! Parece até coisa de filme uma merda dessas! Eu disse.

Eu tentei sair andando mas ela me impediu.

Ela era muito cavala, alta e encorpada.

Fora ser mais alta e mais forte que eu.

Eu não conseguia me soltar.

—Tá aqui minha faca. Mata meu tesão, e não tente fazer nada de errado. Você me satisfaz e vai embora tranquilamente depois. Ela disse.

—E se eu correr e for até o posto? E se eu chamar a polícia? Eu a questionei.

—De um jeito ou de outro você sai daqui machucado, fora que não aguentou minha força, né amor? Porra… eu sou uma travesti ativa 24 horas por dia. Quero meter agora e vou te comer. Ela disse.

Então ela me agarrou muito forte, eu não conseguia me soltar. Afinal de contas, é a força física de um corpo masculino. Maior e mais forte que eu o meu.

Me levou pra bem perto da parede, onde ali era tudo absolutamente escuro.

—Agacha e chupa meu pau, vai! Ela disse.

Então ela levantou levemente o vestido , abaixou a calcinha e esfregou aquele pinto gigante, grosso e veiudo na minha cara.

Eu abocanhei. Afinal, ela tava com a faca na mão esquerda, essa mão bem perto do meu pescoço.

Comecei a chupar o pau dela.

Parte de mim queria gritar que aquilo estava uma delícia. Afinal, eu chupo meus amigos e dou o cu para eles toda semana.

Quanto mais paus na minha vida, melhor.

Mas aquilo era diferente. Eu estava sendo estuprado.

Eu estava com medo e não conseguia me mexer e tentar sair de perto dela.

Eu chupei o pau dela com toda vontade do mundo. Engolia e massageava suas bolas gigantes e lisas.

Eu tentei dar o melhor de mim ali, para ela gozar rápido e me deixar ir embora.

Ela tinha uns 20 cm de pau, facilmente. Grande, grosso, veiudo e muito cheiroso.

—Caralho seu cachorro, que boca gostosa! Mama tudo seu filho da puta. Ela gemia falando.

Eu estava ajoelhado no chão, mamando o pau dela no meio de uma rua deserta e escura.

Ela destruía minha boca. Socava tudo na minha garganta e não me deixava tirar o pau da boca para respirar.

Meus olhos lacrimejavam e meu nariz escorria.

—Chega, por favor! Eu não aguento mais. Me deixa respirar! Eu implorei.

—Caralho, que chupada foi essa amor… chupada de quem faz isso direto, viu? Você sabia o que estava fazendo! Tem muita experiência. Sua bicha… você é gay, né? Gosta de mamar pau e dar o cu, né? Então vem cá! Ela disse.

Ela me empurrou pro chão com força e eu fiquei de quatro. Ela abaixou minha bermuda e cueca ao mesmo tempo.

Ela montou encima de mim e cravou aquela rola no meu cu.

Ela provavelmente previu que eu iria gritar muito alto, pois ela após enfiar o pinto no meu cu, colocou uma mão na minha boca e na outra mão me apontando a faca.

Minha pressão chegou a cair! Achei que eu fosse desmaiar.

Ela não teve nenhum bom senso, colocou o pau de uma vez só.

Eu chorava muito de dor.

—Cala boca seu filho da puta. Chora quieto aí sua cadelinha passiva. Chora quietinho aí e sente meu pau dentro de você. Ela dizia.

A única coisa que eu ouvia era ela gemendo na minha orelha e o barulho das bolas dela batendo nas minhas bolas que estavam caídas e murchas.

Ela montou em mim como se eu fosse o último cu que ela iria comer. O corpo dela era muito macio, isso não posso negar.

Parecia que ela de alguma forma, queria que eu me sentisse conectado com ela, pois seus toques no meu corpo, eram muito intensos.

Plocplocplocploc. Era isso o tempo todo que se ouvia.

—Nossa que cu gostoso! Que rabão lindo você tem. Só não dou uns tapas porque senão pode ecoar lá no posto. Fala que tá gostoso amor! Seu cu já tá arrombado, a dor do começo já passou. Assume que tá gostando! Ela falava.

—Só goza logo. Goza logo e me deixa ir embora! Por favor! – Eu disse.

Ela me virou no chão e me colocou de frango assado! Jogou minhas pernas para cima e bombou violentamente no meu cu.

Então ela começou a bombar muito mais forte. E anunciou a gozada. Senti meu cu quente.

Sim, a filha da puta me comeu no pelo.

—Caraaaaaaaaalho que cu é esse! Você acabou comigo! Ela disse.

Eu me vesti rapidamente e olhei para ela com medo.

—Posso… ir… embora? Eu disse.

—Vai, vai logo depósito de porra. Ah… eu volto aqui nessa eu de novo, viu? Ela disse rindo.

Simplesmente, do nada, ela saiu correndo rua abaixo. Segurando seus saltos altos nas mãos.

Estranhamente… eu senti como se para ela, tudo não passou de uma fantasia. Ela fantasiava estuprar alguém ou ela realmente estuprou por maldade?

Ela parecia me olhar como se aquilo tudo tivesse sido combinado por nós dois. Foi muito estranho.

Eu entrei no meu carro chorando novamente. Perdido. Desorientado. Desnorteado.

Eu fui estuprado. Sim, aquilo realmente aconteceu.

Passei mais 10 minutos dentro do meu carro tentando entender como tudo aquilo foi acontecer.

E estranhamente, tentando entender também, toda aquela sensação que eu tive de ligação corporal com aquela trans. Parecia que a gente já se conhecia, pois ela parecia conhecer todas as curvas do meu corpo.

Após ter retomado a consciência, fui para casa. Lembrando que… tudo isso, ocorreu hoje. Horas atrás.

E querem saber a verdade? No finalzinho, até que estava gostoso. Meu cu foi arrombado, então eu já não sentia mais dores.

Estranhamente… essa trans não sai da minha cabeça, positivamente falando!

Mas Ao mesmo tempo… penso até em tomar medidas legais.

Estou totalmente dividido.

Não estou traumatizado e nem nada disso. Pelo menos não tanto quanto na hora do abuso em si.

Estou até agora peidando a porra dela.

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