Perdi meu rabo para o morador de rua

Oi gente! Vou começar meus relatos com como perdi o lacre do meu cuzinho. Só alerto que des do começo comigo tudo é muito sujo!
Me chamo Lolla, tenho 36 anos e a depravação sempre me acompanhou. Curto de tudo, sadomasoquismo, scat, pissing, fist, parafilia (sim, adoro lamber sanitários publicos) e zoofilia, apaixonada por equinos.


O começo de tudo.
Eu tinha 15 aninhos, já me via feminina e sexualmente disposta, me masturbava constantemente sempre aproveitando minha porra, vestia as calcinhas de minhas primas escondida e tinha o desejo latente de dar a bunda e de poder pagar um boquete.
Bom, como eu sou de uma familia tradicional, não sabia até então como realizar meus latentes desejos. Até que, um dia fui fazer um trabalho de escola na casa de um colega e saí muito tarde para voltar para casa, e como o transporte publico para minha casa era dificil, fiquei muito tempo na parada até ficar só. Derrepente surgiu um morador de rua que se sentou no ponto de onibûs, botou suas coisas de lado, abriu as calças e começou a alisar o proprio pau. Eu fiquei assustado com a atitude, mas ele nem ligava para minha presença. Fiquei de pé um pouco afastado mas não consegui deixar de reparar naquela pau de cabeça grossa ereto no amutuado de pelos pubianos que ele alisava. Não posso negar, que fora eu estar espantado a cena me excitava.
Então, o homem me olhou e perguntou se eu podia lhe arrumar dinheiro ou comida, eu respondi que nao tinha, e como ele percebeu que eu olhava constantemente para seu membro sujo, ele perguntou:
– Afim de dar uma chupadinha? –
Eu fiquei mudo, não sabia oque responder. Ele insistiu e falou para irmos para o mato atrás da parada e prometeu não me roubar. Até hoje eu não sei oque aconteceu com meu senso de preservação naquela hora, só pensei na realização de meu desejo mais forte e que aquela poderia ser uma chance unica.
O mendigo se levantou, veio na minha direção e me chamou mais uma vez dizendo que eu não ia me arrepender. Me senti acuado e o segui para o matagal.
Ali ele perguntou se era minha peimeira vez. Respondi que sim. Então ele pediu para me ajoelhar e ter cuidado para não passar os dentes. Ajoelhei e ele veio com aquele pinto fetido para perto do meu rosto, fedia muito, mas notei que isso me insentivava. Devagar segurei o membro e o coloquei na boca. Estava duro, com um gosto salgado, e tentei chupar da melhor forma possivel. Desajeitado. Ele tirou o pau e falou que eu estava fazendo errado. Segurou minha cabeça, pediu para eu abrir a boca e meteu com tudo. Ele foi, estocando cada vez mais fundo. Eu não sabia oque pensar mas percebi alí que era subimissa. Ele foi metendo cada vez mais fundo, roçando seus pelos nojentos na minha cara, até que foi tão fundo que vomitei. Ele se zangou, falou que puta não vomita tão facil, e me deu um tapa na cara, mandou eu ficar de quatro porque eu tinha que compensar com o cú. Me tremi todo, falei que era virgem e ele disse que não estava nem aí. Mandou eu abaixar a bermuda rapido porque poderia aparecer alguem. Obedeci, abaixei a bermuda e fiquei de quatro. Ele abriu minha bundinha, escarrou no meu anûs, e eu só tive tempo de sentir ele posicionando a cabeça e rasgando meu rabo brutalmente. A dor foi lancinante, soltei un grito, ele mandou eu calar a boca e começou a me fuder que nem um animal louco.
Meu corpo tremia, meu rabo ardia, eu gemia e choramingava e ele arfava como um demônio. Foi rápido, mas para mim foi como se fossem horas. Ele bombou, bombou, bombou, ficou mais violento e num urro, encheu meu cuzinho de porra.
O mendigo violador de rabo tirou o pau de mim e falou para mim que eu tinha que limpa-lo com a boca. A rola estava suja de porra, sangue e merda, e eu não queria desobedecer e limpei tudo, e para minha surpresa, adorei o gosto.
Ele falou que eu era uma putinha do rabo delicioso e que eu tinha que começar a dar ele por aí.
Voltamos para a parada, eu estava toda tremula e me sentindo realizada, finalmente eu poderia ser a cadela que estava destinada a ser.
O mendigo mijou atrás da parada e foi embora. Eu fui até onde ele urinou, e sem exitar, agachei e lambi seu mijo do chão, com terra e tudo. Me sentia a maior das vadias, a mais suja e gostosa das piranhas.
Peguei meu onibûs e fui embora, mas agora, tudo estava começando.

Essa foi minha primeira comida de rabo, tenho muitas histórias loucas e pervertidas pra contar…. até a proxima.
Há, e esse só foi meu primeiro morador de rua, tenho um fetiche forte por fazer caridade na madrugada…

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