Crossdresser fodendo no cine pornô do Arouche

Acordei na madrugada da sábado com muito tesão e não conseguia tirar da cabeça um antigo fetiche: ir montada no cine Arouche. Sempre me faltou coragem, porém como era muito cedo, pensei comigo mesmo que não haveria muita gente na rua e tampouco no cine, o que seria a melhor oportunidade para debutar. Era possível que nada fosse acontecer, mas só de ir lá e me montar seria uma grande vitória, com isso na cabeça e muito tesão lá atrás, decidi arriscar.

Cheguei no cinema por volta das 5 da manhã, coração saindo pela boca e ainda não estava montada. Dirigi-me direto para o banheiro e fechei-me lá na cabine. Respirei fundo por alguns minutos e então terminei o processo de me montar. Tirei e guardei minha roupa, e quando saí do banheiro assim estava: vestido preto decotado de manga comprida terminando um pouco abaixo do bumbum, por ser de material elástico toda hora fica subindo revelando parte do meu bumbum, obrigando-me a puxá-lo para baixo; meia calça preta aberta na virilha, uma calcinha de fio dental feita pra cdzinhas com a parte da frente maior para acomodar o pintinho, que no meu caso estava enjaulado dentro de um cinto de castidade, trancado com cadeado, e uma máscara de látex com duas tranças de cabelo ruivo rabos cobrindo o rosto inteiro exceto pela boca, olhos e dois pequenos orifícios para respirar. Por debaixo do vestido estava usando um espartilho que deixava meu corpo acinturado e sutiã com seios falsos de silicone, 400 gramas cada, ou seja bem chamativa.

Após guardar minha mochila, entrei na sala, e como já sabem levei um tempinho para me acostumar com a escuridão. Quando estava confiante com a visão, resolvi me aventurar pelo cinema dando uma voltinha. Nesse momento, percebi que pelo horário não havia muita gente, quase ninguém na mureta do fundo da sala. As poucas pessoas que estavam lá, fitavam-me quando passava por elas, era a única cdzinha na sala e aquela roupa com aquela máscara dava um ar mais fetichista, o que também deve ter chamado a atenção delas. No entanto, ninguém me abordou.

Foi então que decidi sentar, escolhi a última fileira do lado oposto da entrada da sala, que foi onde terminei meu passeio. Achei que nada ia acontecer, já que a sala estava muito parada, mas para minha surpresa não demorou mais que um minuto para um senhor aparecer ao meu lado, já com o pau para fora, duro.
Vou dizer que não acreditava naquilo, pois algo que me deixa mais excitada são justamente coroas safados, e aquele senhor todo grisalho, com certeza um coroa, sequer havia puxado papo, simplesmente veio com seu membro rígido em direção ao meu rosto, como uma ordem silenciosa para chupá-lo.
Eu quase que hipnotizada pela situação só me lembro de imediatamente me por de joelhos e colocar aquele pau dentro da minha boca. O pau dele devia ter uns 18 cm, pois cabia com dificuldade na minha boca, e sua extensão atingia a minha garganta, além de ser grosso.
Foi quando comecei a mamá-lo que o coroa se mostrou um tanto quanto dominador. Não sei se ele é sempre assim ou me vendo naquela roupa fetichista o fez concluir que eu era submissa e merecia ser tratada como tal, pois o safado pegou na minhas tranças e forçou seu pau na minha garganta segurando até eu não aguentar mais, quando eu forcei no sentido contrário para poder respirar, ele imediatamente me deu um tapa na cara. Xingou-me de safada e puta, e repetiu mais algumas vezes: enfiou seu pau na minha garganta, segurou minha cabeça pelas minhas tranças, quando ia engasgar, ele tirava o pau todo babado e me dava outro tapa na cara. Vou confessar que apanhar era algo que nunca havia me chamado a atenção, porém não sei se foi por ser totalmente inesperado, que não só me deixou muito excitada como fiquei totalmente entregue àquele macho.
E não era só isso, ele fazia questão de mostrar a todo o cinema que eu estava chupando ele, que ele estava me esbofeteando, não tinha nenhum pudor, isso parecia dar mais prazer a ele.

Ainda estava mamando seu cacete quando ele puxou o fio da minha calcinha de lado e começou a enfiar o dedo. Ele enfiou e tirou algumas vezes e decidiu que eu já estava pronta para receber sua pica. Mandou eu ficar de quatro, ao passo que prontamente eu me acomodei ajoelhada entre as duas últimas cadeiras da última fileira.
O coroa botou uma camisinha e eu passei um pouco de lubrificante nele. O safado não foi nada gentil e botou tudo de uma vez só, para minha sorte eu já estava preparada, senti um pouco de dor, mas uma dor gostosa. Ele não estava nem aí se eu queria devagar e já começou a bombar freneticamente no meu rabinho.

Eu estava com muito tesão e pela primeira vez eu tomei a coragem e pedi para ele fazer algo pra mim: queria que metesse tirando e botando, que é o jeito que mais sinto prazer. Ele ficou mais safado ainda quando pedi isso, chamou-me de puta, tirou seu pau de uma só vez do meu rabo, e enquanto ele ainda estava aberto, meteu de novo. E repetia o movimento, tirava o pau, olhava para meu rabinho arrombado, e enfiava fundo e com força, e de novo, e de novo, e eu gemia de prazer, e sabia que os poucos expectadores daquele madrugada estavam se divertindo com a cena.

O safado então voltou a fazer do jeito dele, puxou minha cabeça pelas tranças ao mesmo tempo que metia o mais fundo que conseguia. Metia como um cão no cio e ainda me dava mais tapas no rosto.
Após um tempo metendo, ele tirou de uma só vez e mandou eu ficar de joelhos novamente. Tirou a camisinha e enfiou toda aquela pica até minha garganta, segurou o máximo que pode, quando eu não aguentei mais e estava a ponto de vomitar, ele tirou aquele pau pulsante, segurou meu rosto, mandou eu abrir a boca, urrou e despejou jatos de porra quente e grudenta na minha boca, cabelo e rosto.
Eu tirei um pouco de papel higiênico da bolsa para ele se limpar, ele me agradeceu, limpou-se e foi embora.

Assim que saiu outro rapaz já se encostou puxando papo, mas eu precisava me recompor e disse que ia ao banheiro. Após me limpar, retornei à sala, mas o rapaz não estava mais lá. Toda aquela transa havia acabado comigo, mas ao mesmo tempo me deixou com mais vontade. Eu ainda dei mais algumas voltas pela sala, mas pelo horário já não havia quase ninguém. Fui embora, contente por ter dado sorte na minha primeira vez no cine e com gostinho de quero mais.

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