Sendo Enrabado pela primeira vez por uma travesti

Sempre me considerei hetero, apesar de já ter tido umas 2 a 3 experiências com travesti, onde as procurava apenas para receber um boquete. Chegava ao privê, tomava uma ducha, ela perguntava o que eu queria e respondia que era só uma chupeta. Gozava, pagava e ia embora. Como sempre, marquei um programa com uma travesti chamada Carla, que me chamou a atenção pela extrema simpatia ao telefone, o que é raro. Chegando lá, vi que ela ela verdadeiramente simpática. Puxou um papo sem a pressa das outras. Perguntou o que me agradava e o que queria fazer. Quando disse que buscava somente uma chupeta, ela perguntou o que eu já tinha feito com bonecas, e ficou surpresa ao saber que só rolava boquete e que na verdade, aquela era a minha terceira experiência com boneca. Perguntou se eu já tinha dado e deu um sorriso qdo respondi que não. Fomos à cama e lá percebi que

aquele seria um programa diferente. Ela era muito carinhosa, tentou me beijar na boca mas não deixei. Ela então passou a me lamber os peitos, dando atenção especial aos mamilos, o que me deixou louco de tesão. Foi descendo lambendo minha barriga e passou a lingua no meu pau sobre a cueca, que logo ela tirou e caiu de boca no pau já quase estourando de duro, sem colocar capa. Fiquei preocupado, mas o tesão era tanto, pois nunca uma boneca tinha me lambido e chupado daquele jeito, que logo relaxei. A chupada dela era alucinante, pois não ficava parada. Engolia, subia chupando por fora, descia lambendo, girava a cabeça em torno do pau, enrolava a lingua em torno da cabeça do pau, raspava os dentes pela extenção da minha rola, e foi, aos poucos, descendo pela lateral do saco e voltava lambendo pelo centro, e sacanamente, ia descendo cada vez mais lambendo o perineo, me ocasionando sensações que nunca tinha experimentado antes. Aquela exploração próxima do meu cu me deixava ao mesmo tempo desconfortável por minhas convicções de hetero, mas ao mesmo tempo, o tesão era alucinante. Quando por fim ela passou a lingua em meu cu, me retraí e quis fazê-la para, mas ela habilmente, voltou para meu pau, chupando daquele jeito e deixando sua mão repousada em meu perineo com a ponta dos dedos sobre meu cu, sem fazer movimentos. Aos poucos, ela voltou a me chupar e lamber lá embaixo, passando a lingua sutil e rapidamente pelo meu cu para não me assustar. ALternando sua língua com seus dedos, massageando meu cu, foi mandando para o espaço minhas convicções de macho hetero, pois o tesão que sentia era inexplicável. Percebendo que havia quebrado a barreira, ela então enfiou a ponta de um dedo em meu cu, e voltou a chupar e lamber meu pau, que já estava absurdamente melado, e hoje eu sei o porque ela levava o caldinho que saia de meu pau para a porta do meu cu, mas na minha inocencia da época, não tinha sacado. Quando ela veio chupar meus peitos novamente, mantendo o dedo no meu cu, eu pedi que tirasse o dedo, mas ela pediu calma, e disse que aquilo dava nela um tesão enorme e eu devia permitir aquele tesão a ela. Não tive opção a não ser relaxar. Enqto chupava meu pau novamente, ela introduziu a ponta de dois dedos, que entraram com uma facilidade inesperada pela abundante lubrificação proporcionada pela saliva dela e pelo meu caldinho abundante que saia de minha pica. Na época, minha falta de malícia não me fez perceber que ela estava na verdade preparando meu cu. Em seguida, ela parou, pegou dois travesseiros e colocou na beirada da cama e me fez deitar com a barriga sobre os travesseiros. Vi que ela pegou alguma coisa no criado mudo e se posicionou atrás de mim, agachada, e começou a lamber e mordiscar minha bunda, passando a lingua em meu rego e chegando ao cu, enfiando a ponta da lingua. Assim que deixava meu cu, já enfiava a ponta do polegar ou a ponta do indicador e médio juntos. Senti que ela colocou alguma coisa metálica da entrada do cu e espremeu alguma coisa lá dentro. Ato contínuo, ela passou a esfregar seu pau no meu rego. Aí a ficha caiu que ela estava querendo me enrabar e fiz menção de me virar mas ela firmemente colocou as mãos em meus ombros e os forçou na cama, meio que me imobilizando e dizendo: calma! Relaxa! Nisso ela já estava entre minhas pernas que estavam fora da cama, forçando me a ficar de pernas abertas, segurando firme meus ombros e esfregando aquele cilindro roliço de carne por toda a extensão do meu rego, completamente melado. Soltou uma das mãos do meu ombro e percebi que ajeitou seu caralho na porta do meu, disse para eu relaxar e fazer força como se fosse evacuar. No momento que fiz força, ela empurrou a cabeça daquela tora que entrou com uma facilidade inacreditável, pois eu achava que receber uma rola daquela ia simplesmente me arregaçar. Claro que senti uma ardência e um desconforto, pois seu pau era bem grosso e a cabeça era enorme. Ela pediu que eu ficasse o mais relaxado possivel e não fizesse força. Pedi pra tirar mas ela riu e disse: gato, agora não tem como. Se vc se mexer, vai entrar mais ao invés de sair. Com medo de que ela me arrombasse, pedi então que pelo menos não enfiasse mais. Ela soltou meu outro ombro e levantou levemente minha cintura, e levou sua mão até meu pau, que com todo aquele stress, amoleceu completamente. Passou a me punhetar enquanto fazia leves movimentos circulares com sua cintura, fazendo-me ter uma perfeita noção da situação que estava meu agora desvirginado cu. Sentia nitidamente o anel com suas pregas envolvendo o pescoço daquela rola, que parecia não amolecer em nada, rezando para que ela não ultrapassasse do meu esfincter. Subitamente, ela tirou a rola do meu cu, dando uma sensação estranha, como se tivesse cagado um tampão enorme que saiu a jato. Antes que eu me situasse, tão rápido quanto ela tirou a cabeça do meu cu, ela o enfiou de volta, sem ir além do meu agora alargado anel. Repetiu isso por mais 4 vezes. Ainda me punhetando, ela inclinou-se sobre minhas costas e passou a me beijar e lamber minhas orelhas, pescoço, costas, falando um monte de sacanagens, dizendo que tinha adorado chupar meu pau, meu saco, meu cu, que ficou com um puta tesão mordiscando minha bunda e também em volta do meu cu, e ela falando isso, me lembrando do tesão que foi aquilo, fez meu pau endurecer e logo começar a eliminar aquele caldinho que ajudou a melar a mão dela fazendo a punheta ficar mais que deliciosa. À medida que me punhetava, ela mexia seu quadril, e ia encostando cada vez mais na minha bunda e costas. Pedi que ela não metesse mais e deixasse somente a cabeça, e ela responde apenas com um relaxa que não vou te machucar. E a punheta ficando cada vez mais alucinante, ela se mexendo cada vez mais, até que ela pergunta se podia meter a pica no meu cuzinho, e eu respondo que não. Aí ela diz para então eu colocar a mão na minha bunda e apalpar o pau dela. Não o fiz pois nunca tinha colocado a mão em outro pau. Então ela pega minha mão e a leva até seu pau e fiquei desnorteado. Ela estava com a pica toda enterrada no meu cu. Soltei apenas um “caralho!”. E ela passa a falar então que estava com o grelo todo enfiado no meu cu, e que era para eu rebolar a bunda senão ela iria me arregaçar sem dó. Sem muito jeito, comecei a rebolar lentamente, já arrependido de ter deixado aquilo tudo acontecer até chegar ao ponto de estar ali, de pernas abertas para ela, levando rola no cu. Logo eu, hetero convicto. Ela começou então a me foder. Lentamente, tirava o caralho até ficar somente com a cabeça do pau dentro, enfiava tudo de volta, e não parava de falar sacanagens, tipo está sentindo meu pau entrando no seu cuzinho gato? Sente a rola te fudendo, sente! Inexplicavelmene, não sentia dor. Apenas um leve desconforto quando aquela tora de 19 cm e grossa entrava. Depois soube que ela tinha enfiado uma porção de gel anestesico dentro de mim. Sua mão em meu pau punhetava na mesma frequencia em que metia sua pica em meu cu. Aos poucos, foi acelerando suas metidas, me fodendo cada vez mais rápido e tb me punhetando mais rápido. Logo não aguentei e acabei gozando, e gozei tanta porra que não acreditei. Um volume de gosma incrivel que ficou no tavesseiro. Gozei mas ela não parava de me fuder. Colocou as duas mãos firmemente na minha cintura, uma delas bem melada com minha porra, e passou a meter com vontade, e eu, com as mãos crispadas, agarradas no lençol, boca aberta e olhos apertados, feito uma putinha sendo coberto por aquela travesti de pica enorme me enrabando. Uma eternidade depois sendo enrabado por ela, tempo que não dá para precisar, ela finalmente gozou, soltando um gemido que mais parecia um urro abafado, caindo sobre minhas costas, empurrando minha barriga contra o travesseiro completamente melado de minha porra. Para meu desespero, apesar dela ter gozado, aquela pica não amolecia, e cheguei a temer que ela reiniciasse sua foda em meu cu, mas logo ela saiu de cima de mim, tirando sua rola devagar que ainda estava dura, e foi ao banheiro jogar a camisinha e se lavar. Assim que ela voltou, fui me lavar e no chuveiro passei a mão no meu cu e vi o quanto ele estava alargado, e claro, fiquei com medo de que ficasse arregaçado e precisasse buscar auxílio médico. Paguei-a e perguntei se ela sempre era assim com os clientes, respondendo que comigo foi diferente porque ela simplesmente morre de tesão em comer um cu virgem. Fui embora com um sentimento de culpa, me achando o maior viado do mundo, sentindo o cu arrombado e parecia que as pessoas com quem eu cruzava sabiam o que eu tinha feito, como se tivesse tatuado em minha testa um “acabei de dar o cu”. Com medo de acabar literalmente fazendo merda pelo estado do meu cu, desisti de ir até o ponto de ônibus e peguei um taxi para ir embora. Felizmente, no dia seguinte, meu cu já estava fechado. Milton.

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