Paguei 10R$ por uma gozada

Em uma das minhas andanças por aí, certa noite já querendo aprontar mesmo, fui até uma conhecida rua ponto de prostituição no Rio. Não tinha muita grana, mas dava pra pelo menos me divertir por ali. Na época, em meus 19,20 anos de idade, eu não tinha tido nenhuma experiência pagando por putaria na rua desse jeito (embora ja tivesse feito gangbangs com putas pagas por amigos). Simplesmente quis saber como era a experiência e decidi aproveitar a chance.


Sai de casa de short azul, sem cueca e com camiseta e passei pela tal rua. Vi algumas putas, mas nada que me despertasse muito o que eu queria.
Em certo momento passei por uma trans.
Ela era linda, bem maquiada, cabelos pretos e bem compridos, pele morena, magra. Usava um short jeans e um top bem minúsculo, expondo bem o corpo delineado. Decidi me aproximar e me apresentar.

Enquanto eu falava, meio sem jeito, ela me olhava de cima a baixo com cara de tarada. Repetia várias vezes que eu era “gostoso” e passava a mão pelo meu corpo. Quando perguntei quanto ela cobraria ela só riu. “Me dá o que tiver aí, só tive clientes fracos hoje, com vc eu treparia de graça kkk” ela falava rindo. Dei umas notas emboladas do bolso do short pra ela, q guardou na bolsa e me deu a mão, me puxando pra um canto isolado da rua.

Entre tantas putas passeando nuas, travestis e clientes fazendo programas em carros, a cena passou despercebida pra todo mundo. Paramos atrás de um muro, perto de um jardim. Sem falar nada, ela se ajoelhou e puxou meu short pra baixo, sorrindo ao ver que estava sem cueca e já com o pau totalmente duro.

Ela enfiou todo na boca, deixando escorrer muita saliva pelo queixo e se babando toda. Ela não ligava, só fez questão de por tudo que podia na boca e brincar com os dedos pelas minhas bolas. Foram 15 minutos de mamada, um boquete delicioso que só de lembrar deixa minha piroca dura. Eu não precisava segurar a cabeça dela, só relaxar e ela fez todo trabalho. Quando cansou de sugar a cabeça e lamber tudo que podia, ela chupou meu saco tocando uma boa punheta. Ela sentiu o cacete pulsando e disse “não goza! Eu deixo você comer meu cuzinho!”

Segurei o quanto pude enquanto ela deslizava a camisinha pelo meu cacete. Se apoiou no muro e empinou. Desci o short jeans dela até os joelhos, revelando a bunda deliciosa, uma das mais gostosas que já comi, ainda com a calcinha fio dental preta, que puxei pra baixo enquanto passava a lingua por ela. Uma cuspida no cu foi suficiente pra começar a meter. Ela estava bem aberta do ultimo programa ainda e meu cacete foi fácil, então comecei a socar e bombar, com força. O barulho era alto e eu sentia certo medo de sermos pegos, mas o tesão me deixou realmente sem controle. Só queria fuder.

Quando pressionei a rola o mais fundo que pude, ela gozou, sem tocar no próprio pau. Vi a porra descer em jatos e escorrerem gotas pelas pernas dela. Então foi minha vez, enquanto nossos sacos encostavam e o cuzinho dela sugava meu cacete, eu gozei enchendo a camisinha.
Ficamos alguns minutos nos recompondo e rindo, enquanto nos despedíamos.

Essa foi a segunda trans que trepei. Se gostarem conto a primeira.
Não esqueçam de votar e claro, de gozar bastante.

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