Minha Tia Travesti Arrancou Minha Virgindade Anal

Olá, amigos leitores! Após quase 1 mês de muitos afazeres e pouquíssimo tempo disponível, venho lhes trazer a terceira e última parte de minha história real sobre minha primeira vez com Viviane, a travesti que me apresentou a este delicioso mundo do sexo que em meus inocentes 14 anos, eu nem imaginava que existia! Sem muitas enrolações, vamos a terceira parte desse período inesquecível que passei na casa de minhas tias!

Ainda anestesiado após a experiência na banheira com Viviane, continuei meu dia normalmente: almocei com Vivi e também com Mariana e minha irmã que já haviam voltado de seu passeio, fiquei na área de lazer do prédio para respirar ar puro, assisti TV com todas elas, jantamos… nada de incomum, exceto um fato que estava me dando um certo calafrio: Viviane não fez qualquer comentário apimentado após sairmos do banho, não comentou mais nada sobre o que iria fazer à noite comigo, nada de pés me esfregando por baixo da mesa, nada de olhares indecentes… só o que eu pensava era que ela estava acumulando toda a sua vontade louca de tirar minha virgindade e assim acabar comigo completamente durante a noite…

E parece que enfim era chegado o momento, pois já eram mais de 19h e após várias cervejas abertas, não me parecia que aquelas três continuariam de pé por muito mais tempo. Após voltar da cozinha onde fui tomar uma água, vejo Vivi cochichando algo no ouvido de Mariana, e já esperando que não seria boa coisa pra mim, me surpreendo com o que Vivi disse em seguida:

– Bruninho, vamos lá no McDonald’s com a tia?

Não entendi nada, mal fazia 1 hora que havíamos jantado e elas já tinham bebido pelo menos 6 latas de cerveja cada uma… não fazia sentido Vivi querer comer um lanche agora…

– Mas nós acabamos de jantar – disse eu, sem entender o porquê do convite -, tem certeza de que quer comer lá agora?

– Quero sim, tô com vontade de tomar um sorvete e quero companhia, além disso vou te pagar um também, então não seja chato rs…

Olhei para minha irmã e ela apenas me mandou ir logo, já bêbada e sem se importar em deixar seu irmãozinho sair de noite com alguém que de certa forma ainda era uma estranha, algo que já estava se tornando típico dela… saímos do apartamento e ali mesmo no elevador eu já sentia a pressão e medo do que iria me acontecer em algumas horas, mas chegando no térreo, ao invés de sairmos do prédio Vivi me manda acompanhá-la até a área de lazer:

– Ué, por que estamos aqui? Você não queria ir no McDonald’s?

– Desculpa gatinho, era só uma desculpa pra gente sair do apê… vamos fazer algo bem mais interessante do que comer no Mc, rsrs…

– Mas aqui? É cheio de câmeras, não tem como a gente fazer nada aqui…

– Aqui não seu bobo, acha que eu tiraria a virgindade de um novinho tão gostoso como você em um local desconfortável assim? Vou te comer no conforto da minha cama rsrs…

Naquele ponto eu já estava com cada pelo em meu corpo completamente arrepiado, achei que poderia arranjar uma desculpa para adiar o que estava por vir mas só de ouvir aquelas palavras já percebi que nem adiantava tentar… em poucos momentos eu me tornaria a putinha de uma travesti dotada e não havia nada que pudesse mudar isso!

– Mas então por que você me trouxe aqui? Não seria mais fácil a gente ficar lá até elas duas irem dormir? Aproveitando que já estão bêbadas…

– Não é bem assim Bruninho rsrs… logo logo a gente volta, mas por enquanto por que você não aproveita seus últimos minutos de virgindade fazendo uma massagem bem gostosa nos pés da tia? Rsrs

Sem muitas escolhas ou explicações do que estava acontecendo, apenas peguei aqueles deliciosos pés e comecei uma massagem que já estava me deixando com o pênis totalmente duro, me mostrando que a excitação do que estava para acontecer era maior do que o medo que eu estava sentindo. Após uns bons 15-20 minutos de massagem e conversas, Vivi finalmente anunciou que era hora de voltarmos:

– Obrigado pela massagem gatinho, acho que agora já deu tempo o suficiente pra voltarmos rs…

– Deu tempo para o que? Não entendi até agora o por quê de termos vindo aqui…

– Relaxa que você vai entender assim que voltarmos rsrs

Já totalmente confuso por esta situação, nos dirigimos ao elevador e ao chegarmos na porta do apartamento, Vivi fala bem baixinho pra mim:

– Faça bastante silêncio a partir de agora, viu? Me siga sem fazer nenhum barulho!

– Nossa, o sono delas é tão leve assim?

Vivi apenas deu uma risadinha e destrancou a porta bem silenciosamente enquanto tirava seus sapatos e me dizia para fazer o mesmo, me fazendo a seguir logo em seguida:

– Fique na minha frente e não faça barulho – ela dizia enquanto eu ouvia barulhos estranhos vindos do quarto de Mariana -, quero que você veja uma coisinha rsrs…

– O que você vai fazer? Se abrir a porta elas vão acor…

Assim que Vivi abriu um pedaço da porta, congelei e tive o maior arrepio na espinha de toda a minha vida: Na cama estavam Mariana e minha irmã transando violentamente em uma cena de sexo que mesmo tendo visto várias vezes em vídeos pornôs, era completamente diferente de se ver ao vivo. Ver minha irmã com quem cresci junto ali deitada com as pernas abertas sendo comida com força por Mariana que metia como louca foi uma cena que não saiu de minha memória até hoje…

– E aí Bruninho, esperava algum dia ver sua irmã sendo comida desse jeito? Rsrs – falou Viviane bem baixinho em meu ouvido…

Nem consegui responder, apenas assistia anestesiado aquela cena com um misto de incredulidade e um tesão que conseguiu ser maior do que o que senti mais cedo com Viviane. Via o rosto de minha irmã iluminado apenas pela TV ligada com o som alto para disfarçar os gemidos fortes dela e de Mariana, que metia com tanta vontade que parecia que não transava há séculos… ver algo tão proibido quanto aquilo me deu um tesão que me fez quase gozar apenas por assistir aquilo! Ver minha própria irmã transando já era algo completamente fora da realidade pra mim, e transando com uma travesti era ainda mais “sujo”, uma vez que naquela época o preconceito era bem maior do que o que temos hoje, então eu sabia que estava vendo algo que eu não deveria, e Vivi parece ter percebido meu tesão naquele momento…

– Olha esse pau todo durinho, quer dizer que esse gatinho gosta de ver a irmã dele dando gostoso? Deixa eu sentir tesão junto com você agora, vai…

Vivi abaixou minha bermuda e pegou meu pênis por trás, começando uma punheta deliciosa enquanto eu assistia tudo o que o enorme pau de Mariana fazia com minha irmã:

– A Mari demora muito pra gozar, então vamos brincar um pouco enquanto você assiste, o que acha gato?

Como era de se esperar, nem sequer respondi e apenas deixei Vivi me punhetar enquanto gemia baixinho em meu ouvido, eu já envolto em um transe devido aos gemidos, as metidas e ao cheiro de sexo que saía do quarto de Mariana. Alguns segundos depois, pude sentir algo duro me pressionando por trás, foi então que voltei um pouco para a realidade e percebi que Vivi não queria perder aquele momento:

– Também quero gozar com você gatinho, vou usar essa bundinha tesuda pra me esfregar bem gostoso, tá?

Ficamos ali por vários minutos, minha irmã dava para Mariana de 4, de lado, a chupava, sentava de frente, de costas, e em todos esses momentos eu sentia o pênis de Viviane se esfregando com força, sua cabeça rosada batendo na porta de meu cuzinho por várias vezes quase me penetrando, mas Vivi se segurava, guardando o melhor para o final…

– Você já gozou duas vezes aqui com minha punheta Bruninho, acho que já podemos ir para o quarto antes que seu tesão vá embora rsrs

Aceitei na hora, mas duvido que meu tesão iria embora com tudo o que havia passado até ali… Chegando no quarto, Vivi liga a TV para iluminar o local, abaixa o volume rapidamente e me dá o sorriso mais safado que havia visto até aquele momento. Lentamente ela tirava suas peças de roupa, começando por sua blusa, o sutiã, sua curtíssima saia que foi jogada no chão e agora ela tirava sua calcinha vermelha transparente, já colocada de lado quando ela estava esfregando seu pênis em meu cuzinho…

– Está pronto, gatinho? A tia vai arrancar essa virgindade todinha hoje, vamos brincar bastante essa noite…

A visão daquela deusa travesti de quase 1.90m de altura totalmente nua com aquela pele branca como a neve, um sorriso extremamente safado, seios enormes e um pênis de 20cm completamente duro vindo em minha direção me deixou paralisado na cama, vendo aquela cena e imaginando em poucos segundos, milhares de possibilidades sobre o que ela faria comigo, e antes que eu pudesse me recuperar, ela já ordenou:

– Fica de 4 pra mim agora!

Ofegante, obedeci aquela voz firme que me dominava completamente e após tirar minha roupa, fiquei de 4 para Viviane já esperando que fosse ser penetrado violentamente, mas o que aconteceu foi diferente… Vivi agarrou minha bunda com as duas mãos, a abriu e antes que eu pudesse pensar em qualquer coisa, senti algo quente, mole e molhado tocar a porta de meu cuzinho, no que me virei e a vi ajoelhada no pé da cama o chupando com vontade:

– O que você está fazendo Vivi??

– Quero sentir o gosto do cuzinho de um novinho virgem como você… não é todo dia que posso fazer isso, sabia? Agora fica quietinho e aproveita minha chupada rsrs

Sem questionar, virei para frente e senti aquela língua fazendo algo que nunca havia visto nem ao menos em vídeos pornôs… Vivi circulava a língua em meu cuzinho, o penetrava levemente com a língua, chupava com força fazendo barulho, cuspia, o beijava… meu pau já completamente duro babava com cada movimento dela, eu me sentia um prato que ela saboreava sem pressa…

– Vivi, acho que vou gozar, não estou aguentando…

– Segura um pouco gatinho, deixa eu te fazer gozar de um jeito diferente rs

Antes que eu pudesse pensar no que seria, senti o dedo de Vivi penetrando meu cuzinho aos poucos, e ali o choque que senti quase me fez gritar:

– O que você está fazendo? Você me penetrou com seu dedo??

– Claro – respondeu Vivi -, acha que um novinho como você vai aguentar o meu pau sem esse cuzinho ser treinado antes? Tenho que relaxar ele antes rsrs

Ao dizer isso, Vivi penetrou seu dedo médio e começou a massagear um pontinho bem específico dentro de mim que só após vários anos fui descobrir ser o famoso ponto G… ela massageava meu ponto com maestria, intercalando pressionadas fortes e leves e às vezes o arranhando levemente com sua unha enorme, agora que já sabia que eu me excitava com estes arranhões após a experiência que tive com seus pés… após poucos minutos com aquela massagem prostática, não pude seguir aguentando:

– Vou gozar Vivi, não aguento mais!!

– Goza gostoso pra mim gatinho, me dá a sua primeira gozada pelo cuzinho, vai!!

Explodi em gozo após ela terminar de falar, vários jatos que nem consegui contar de tão anestesiado que estava naquele momento… era a minha terceira gozada naquela noite e eu nem havia sido penetrado de verdade ainda, o que indicava que talvez eu terminasse aquela noite desidratado…

Após eu ter gozado loucamente mais uma vez, Vivi deu uma leve risadinha ao me ver com a bunda empinada e o rosto jogado no colchão, sendo que talvez aquela visão a tenha deixado ainda mais excitada para acabar comigo naquela cama… foi quando de repente uma sensação familiar surgiu, a da enorme cabeça rosada do pênis de Vivi pincelando a entrada de meu cuzinho…

– Tá na hora bebê, chegou o momento de você dar sua virgindade para a Tia Vivi… pode ficar nessa mesma posição que eu vou meter em você assim mesmo rs

Achei que já havia superado o medo de dar para Vivi após ser penetrado pelos seus dedos, mas depois de me lembrar das dificuldades que tive para colocar aquele caralho imenso na boca e de quanta pressão ele fez quando se esfregou em mim na banheira e na porta do quarto de Mariana, o medo dobrou e eu comecei a tentar pensar em mil formas de sair dali, mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, senti algo enorme quase estourando todas as minhas pregas de uma vez, o que me fez quase gritar:

– Para, tá doendo muito, não vai nem entrar, é grande demais!!

– Humm, achei que seu cuzinho já estaria lubrificado o bastante – respondeu Vivi com algumas leves risadinhas -, deixa eu pegar algo para ajudar…

Vivi então se dirigiu até a gaveta próxima da cama e pegou um pequeno pote que eu não fazia ideia do que se tratava:

– O que é isso na sua mão?

– É vaselina gatinho, pra lubrificar bem o seu cuzinho e o meu pau. Desse jeito, garanto que vai entrar até o fundo rsrs

Vendo que não tinha saída do que estava para acontecer, apenas deixei Vivi passar bastante daquela substância gelada em mim e em todo seu pau, já esperando que este fosse o momento derradeiro da perda da minha virgindade, e justamente a virgindade anal, coisa que jamais esperei que acontecesse…

– Pronto gatinho, agora a tia vai meter bem devagar tá? Vou deixar você se acostumar aos pouquinhos, serei bastante carinhosa com você rsrs…

– T-tá bom, mas faça devagar pois doeu bastante agora há pouco…

Sem dizer mais nada, dei uma última olhada pra trás e pude ver Vivi segurando a base de seu enorme pênis e se mover um pouco para frente, agora pincelando aquele pau em meu cuzinho como se estivesse me provocando e também me acostumando aquela sensação, e foi então que senti a pressão de sua cabeça abrindo passagem…

Cerrei os dentes e comecei a tentar suportar a dor que já não era mais tão grande por conta da vaselina mas que ainda incomodava, e então finalmente aconteceu: senti a cabeça de seu pênis totalmente dentro do meu cuzinho, ela havia pressionado tanto que entrou de uma vez, com certeza me levando algumas pregas e me fazendo dar um pequeno grito, abafado pelo enorme urro de prazer de Vivi, coisa que não havia ouvido até aquele momento e que arrepiou até minha alma:

– Caralho que delícia Bruninho, como pode o cu de um novinho ser tão gostoso assim? Eu só enfiei a cabeça e já consigo sentir o gozo vindo, mas vou te arrombar todinho antes de acontecer, meu putinho gostoso…

Ouvir essas palavras sujas saindo da boca de Vivi era tão assustador quanto excitante, me provocando medo por nunca ter ouvido ela falar de maneira tão “selvagem” e ao mesmo tempo me causando um tesão maluco por querer saber o estrago que ela faria em meu cuzinho naquela noite, coisa que não demorou pra acontecer…

Após penetrar aquela cabeça rosada, Vivi começou a enfiar mais fundo em mim, que já agarrava os lençóis com força e tentava suportar a dor causada por aquele caralho imenso que me invadia cada vez mais:

– Vai mais devagar Vivi, tá doendo muito, seu pau é grande demais pra mim!

– Relaxa gatinho, no começo dói bastante mesmo mas você já vai se acostumar, confia na tia rsrs… logo logo você vai trocar a dor pelo prazer e vai gozar mais ainda pelo cuzinho…

Achei que a penetração de seu pênis seria igual a de seus dedos, com uma leve dor mas com uma massagem deliciosa que me levaria ao gozo, mas o que eu sentia era uma invasão de meu cuzinho, com um pênis de grossura maior do que três dedos juntos entrando em mim e roubando cada pedaço de minha virgindade, e pelo visto ele não tinha entrado nem até a metade ainda…

– Tá gostando Bruninho? Agora a tia vai começar a se mexer antes de enfiar até o fundo, tá? Quero te acostumar a esse movimento, fica tranquilo que vou cuidar de você, meu novinho gostoso rsrs…

Sem muita chance de escolha, apenas fiz que sim com a cabeça e pela primeira vez senti o movimento de vai e vem do pênis de Vivi, algo que achei que estaria fazendo em garotas naquele ano e que agora uma travesti fazia em mim sem que eu pudesse sequer oferecer resistência. Para minha surpresa, doía menos quando ela fazia o movimento de enfiar o pênis do que o de tirar, pois parecia que quanto mais ela tirava, mais ardido meu cu ficava, enquanto que ao penetrar de volta ele dóia um pouco sim, mas entrava facilmente… seria isso meu cuzinho finalmente aceitando e se acostumando ao pênis de Vivi? Após cerca de 5 minutos de penetração, Vivi remove seu pênis abruptamente de mim, me fazendo sentir uma forte ardência e um “vazio” junto:

– Ué, por que você tirou assim do nada?

– Olha só, já está sentindo falta dele dentro de você é? rsrs… Eu apenas quis que você sentisse o meu pau saindo de uma vez de você, seu cuzinho fica se sentindo solitário, não é?

– Acho que sim, parece que está meio oco, faltando alguma coisa…

– Deixa eu te dar essa coisa de volta então, seu putinho, agora até o final pra você virar minha cadelinha de verdade…

Totalmente arrepiado após aquelas palavras, senti Vivi mais uma vez puxar minha bunda contra ela e dessa vez, enfiar seu pau até a metade com mais força, sem qualquer carinho, fazendo parecer que estava realmente disposta a me arrombar e me tornar sua putinha. Não sei sobre as outras transas dela, mas eu ser tão novinho e inexperiente no sexo naquela época com certeza a deixou louca e com muito mais tesão em arrancar de mim não apenas minha virgindade, mas também minha inocência. Ela estava tirando minha oportunidade de conhecer uma garota legal na escola, me apaixonar, passar alguns anos juntos e então perder a virgindade com ela “fazendo amor” apenas para me fazer perder a virgindade anal com ela, uma travesti enorme e pauzuda que me penetrava sem qualquer pudor e urrava de tesão a cada metida, algo tão sujo e de certa forma proibido, que não combinava em nada com aquele garoto virgem e inocente que havia passado pela porta de seu apartamento no dia anterior.

Viviane metia com força e já não se segurava, como que tendo a certeza de que naquele ponto eu já havia me acostumado mais ao pau dela, e sendo sincero, ela estava certa! A dor ainda existia mas era bem mais fraca, o que eu mais sentia era a ardência de quando seu pau fazia o movimento de sair de dentro de mim, coisa que naquele momento me fez sentir um misto de vergonha e tesão, pois a partir dali eu preferia sentir o pênis dela entrando em mim do que saindo! Pensar que eu sentia falta daquele pau dentro de mim toda vez que ela o puxava pra trás ou o tirava durante os movimentos acabou me fazendo questionar minha sexualidade, já que naquele ponto eu sentia um vazio enorme sempre que ela o tirava de mim e um alívio tão grande quanto, quando ela o enfiava novamente. Após mais alguns minutos, percebi que havia me tornado uma verdadeira putinha na mão de Vivi quando senti sua cintura e suas bolas penduradas batendo contra mim:

– Agora enfiei tudo Bruninho, a tia Vivi te fez totalmente de putinha! Dar o cuzinho pra mim ainda está doendo?

– Não tia, já parou de doer, está gostoso agora… pode continuar enfiando tudo…

– Nossa que delícia, não achei que fosse ouvir isso de você tão rápido… deixa eu te comer como a putinha que você é, então…

Nem eu acreditei no que disse ali, a pedi para continuar me comendo tão naturalmente que me senti completamente gay, amando ter aquele pênis enorme entrando e saindo com tanta força e velocidade em mim a ponto de a pedir para meter mais e mais em mim, dessa vez não sentindo mais dores e começando a sentir meu ponto G sendo massageado novamente, mas dessa vez com muito mais força pelo tamanho do pênis de Vivi e pela velocidade em que ela metia, fazendo um barulho tão alto que me deixou surdo para quaisquer outros sons que pudessem estar ali ao redor, tamanho era o meu tesão naquele momento…

– Vamos mudar de posição, gatinho? A tia quer te comer de outras formas rsrs…

Sem forças nem para responder, apenas me entreguei à Vivi e a deixei me colocar em todas as posições que ela desejava, onde ela primeiro me colocou de lado e meteu em meu cuzinho com força naquela posição, levantando minha perna e me fazendo ver meu pênis completamente duro e babando tanto que dava até para confundir com uma gozada…

Viviane me colocou para cavalgar de costas para ela, onde eu sentava na “cadeira” mais confortável de minha vida e via seus lindos pezinhos se contorcendo de tesão, me colocou para cavalgar de frente, onde vi aquele rosto tão delicado ganhar a expressão mais safada que já havia visto na vida, além de que aquele prazer todo da penetração combinado com a sua expressão e aqueles peitos enormes balançando em minha frente me fizeram dar minha primeira gozada naquela transa, uma gozada onde assim como quando ela me massageou com seus dedos, gozei sem nem ao menos tocar em meu pênis, melando todo o rosto e seios de Vivi com meu esperma:

– Que delícia gatinho, finalmente gozou com o pau da tia né rsrs… o que está achando de ser a minha putinha? Tá gostando do pau da tia Vivi? Quer que ela continue brincando com você?

– Sim tia, estou amando seu pau, é gostoso demais! Continua me comendo por favor, quero gozar mais com você!

– Hummm que cadelinha safada, não demorou nem 1 hora pra viciar no pau da tia rsrs… não pense que quando você for embora vai se livrar de mim, viu? A partir de hoje você é minha putinha e nunca mais vai ficar longe desse pau, ouviu?

– Sim tia, vou ser sua putinha pra sempre, não quero mais ficar longe de você! Mete mais em mim, eu quero gozar no seu pau de novo!!

Parece que liguei uma chavinha em Vivi após dizer isso, já que após pegar toda minha porra espalhada em seu rosto e seios e beber olhando pra mim, ela me botou de 4 e aproveitou sua envergadura para não apenas meter em mim, mas esticou sua perna e pisou em meu rosto, o deixando de lado contra a cama enquanto me comia! Me senti 100% dominado após isso, não apenas estava com a bunda empinada para Vivi levando várias estocadas de 20cm a cada segundo como ela pisava em meu rosto com aquele pé delicioso, como me dizendo sem utilizar palavras que eu era apenas sua putinha, um brinquedo sexual para ela se aliviar no qual ela poderia pisar quando quisesse. Sentia sua bolas penduradas batendo contra as minhas, seu pênis chegando até o fundo de meu cuzinho, o calor de seu pé apertando meu rosto com força, o barulho de tudo isso combinado com seus enormes urros de tesão que só eram abafados pelo barulho da TV do quarto de Mariana… eu estava em um transe do qual não queria acordar, e quando me dei por mim, gozei pela segunda vez, e mais uma vez sem nem me tocar… Vivi realmente era uma deusa do sexo e em poucas horas eu havia me tornado seu devoto fiel.

– Agora vira pra cá, minha cadelinha – ela disse enquanto me virava de frente -, a tia tá quase gozando e ela quer fazer isso olhando pra você…

Vivi abriu minhas pernas, se deitou em cima de mim e me penetrou de uma vez no melhor estilo “papai e mamãe”, me arrancando um leve grito por sentir todo aquele pênis me penetrar de uma vez só. Ela gemia muito alto, urrava, falava o quanto estava apaixonada pelo meu cuzinho e o quanto iria me comer dali pra frente, me fazendo imaginar um futuro onde eu seria basicamente sua mulher, já eu havia me tornado um verdadeiro brinquedo sexual feito para satisfazer minha deusa travesti…

Ela agarrou meu pescoço com uma mão e fazendo força me sufocava, tornando a respiração difícil mas ao mesmo tempo, tornando o prazer maior por alguma razão… A dificuldade de respirar combinada com a força que Vivi usava para me penetrar me causaram um tesão absurdo, algo diferente de tudo que senti até ali, era como se eu estivesse em outro mundo de tanto prazer por aquela transa e ao mesmo tempo com medo de desmaiar por ela estar apertando meu pescoço com tanta força…

Foi quando senti o gozo chegando sem nem perceber, e após ela ver o primeiro jato, me apertou com ainda mais força, como se sabendo que aquele sufocamento me faria gozar de um jeito muito mais forte e prazeroso! E realmente foi o que aconteceu, os jatos vinham um após o outro, caíam em meu peito, meu cabelo, meus olhos, minha boca… me lembro de pelo menos 10 jatos fortes naquele instante, coisa que não achei que fosse possível por já ser minha quinta ou sexta gozada naquela noite, mas se tratando de Vivi, nada do que ela fizesse me surpreenderia mais, pois daquela deusa eu podia esperar qualquer coisa, qualquer tipo de prazer!

– Que delícia gatinho, nunca imaginei que você pudesse gozar tanto assim, que saco saudável você tem rsrs… agora vem aqui, deixa a tia limpar essa sujeira pra você…

Sem parar de meter, Vivi pegou a porra em meu peito e a levou até a boca, engolindo enquanto olhava pra mim, além de lamber meu rosto e por fim, limpar a porra que caiu em minha boca com um beijo forte, apaixonado, mas também muito safado, onde ela enfiava aquela língua fundo em minha boca e me fazia chupá-la, sentindo o gosto não só de sua doce saliva mas também de meu próprio esperma assim como ela havia feito mais cedo naquele dia, me levando a loucura e me fazendo ficar completamente apaixonado por ela, me despertando o desejo de querer ter aquela travesti para sempre em minha vida… após mais alguns minutos metendo cada centímetro de seu pênis dentro de mim com força e vontade, urrando de tesão, fazendo a cama ranger e batendo seu saco tão forte contra mim que fazia um barulho tão alto quanto o de seus gemidos, Vivi anunciou que estava finalmente prestes a gozar:

– Aiii caralho, vou gozar Bruninho, vou gozar dentro do seu cu, vou encher você de leite!!!

– Sim tia, goza dentro de mim, quero sentir sua porra quente no meu cuzinho dessa vez, me enche de leite por favor!!!

– Tô gozandooooo!!!!!

Agora apertando meu pescoço utilizando toda sua força com uma das mãos e cruzando seus dedos com os meus com a outra, Vivi deu o gemido mais alto que ouvi até ali, explodindo em gozo em cima de mim por uns bons 15 segundos…

Acreditei que não sentiria sua gozada já que apesar de o esperma ser quente, o interior de um cuzinho também é, mas senti algo muito quente dentro de mim enchendo meu cuzinho cada vez mais… pude sentir o pênis de Vivi pulsando a cada jato, sentia sua porra quente e espessa me inundando, a ponto de sentir um leve incômodo intestinal de tanto que Vivi gozava naquele momento, coisa que só se sente ao sentir a água te penetrando no momento da “chuca”, talvez tenha sentido por ainda ser bem novo e estar com o corpo em desenvolvimento…

Vivi não largou meu pescoço nem por 1 segundo enquanto gozava, devo até ter perdido a consciência por dois ou três segundos enquanto ela me enchia de porra, foi um dos momentos em que mais fui submisso em toda a minha vida… após terminar, ela caiu sobre mim e nos beijamos apaixonadamente por mais de 1 minuto enquanto nos recuperávamos do que havia acontecido…

– E aí gatinho, gostou de perder a virgindade anal? Valeu a pena aguentar a dor? Rsrs

– Muito tia, nunca senti nada tão gostoso na vida, obrigado por me comer…

– Não precisa agradecer, a partir de hoje isso vai ser comum entre nós dois, então se acostume ao pau da tia porquê você vai ser minha putinha a partir de hoje, novinho safado rsrs…

– Sim tia, pode fazer o que quiser comigo, vou ser seu pra sempre…

– Só eu? Tem uma pessoa que vai ficar com ciúmes se eu pegar um novinho tão gostoso desses só pra mim rs

– Como assim? Não entendi o que quer dizer…

– Olhe ali para a porta que você vai entender…

Ainda com dificuldades para mover o pescoço, levantei a cabeça e olhei para a porta, onde quase tive um ataque cardíaco: Mariana estava na porta completamente nua nos observando e punhetando seu pênis levemente, com um sorriso muito safado no rosto:

– Olha só, os dois se divertindo todo esse tempo e nem me convidaram pra brincar também, que safados…

– Para com isso, você já tinha a Júlia só pra você e pelo que vimos, já estava se divertindo bastante rsrs – respondeu Vivi

– Mas eu também gosto de experimentar carne nova, ainda mais esse menininho tão gostoso… muita covardia você pegar ele só pra você, sua cachorra rsrs…

– Não seja por isso, já terminei de brincar com ele então você também pode matar a vontade, vem pra cama sua invejosa rsrs

– O-o que? Eu vou dar para a Mariana também? Mas e a minha irmã, ela também viu ou…

– Calma bebê – disse Mariana -, a Júlia sempre dorme muito pesado depois de gozar, ainda mais após beber tantas cervejas rsrs… fica tranquilo que ela não vai acordar enquanto eu estiver metendo em você, gatinho…

Confesso que já me encontrava esgotado devido à transa com Viviane e não sei se teria forças para ser comido novamente, mas que chances teria eu, um garotinho de 14 anos contra as vontade de duas travestis de quase 1.90m cada uma? Resolvi me entregar e senti o tesão retornando quando reparei mais no corpo de Mariana: uma loira de cabelos longos e rosto angelical assim como Vivi, cintura bem fina e definida, seios médios muito durinhos, pés um pouco menores que os de Vivi mas tão lindos quanto e uma bunda bastante arrebitada, diferente da de Vivi que era enorme mas um pouco menos durinha, e nem por isso menos deliciosa, pelo contrário! Eram ambas deusas com características diferentes mas igualmente deliciosas, só havia um detalhe que destacava Mariana em relação a Vivi: seu pênis conseguia ser ainda maior! Parecia ter entre 4 e 5cm a mais que o dela e era minimamente mais grosso, além de ser curvado para cima, o que eu temi sobre me causar dor pelo formato, já que o de Vivi era totalmente reto:

– Eu não sei se vou conseguir te satisfazer Mariana, eu transei demais com a Viviane e não vou conseguir me mexer muito…

– Não se preocupa bebê, pode ficar quietinho aí que eu ainda tenho bastante energia, não vou deixar um novinho gato assim ir embora daqui sem sentir o sabor dele antes… ah, e pode me chamar de Mari rsrs…

Mari falava de um jeito mais doce e meigo do que Vivi, o que me iludiu em achar que talvez ela fosse ser mais carinhosa ao me comer, mas eu estava redondamente enganado… Vivi foi para um dos lados de sua enorme cama enquanto Mari subiu nela, me virou de 4 e começou a pincelar a cabeça de seu pênis contra meu cuzinho, uma cabeça um pouco menor que a do pau de Viviane mas que compensava pelo resto de sua gigantesca base…

– Pronto, bebê? Vou enfiar com tudo, já que a Vivi já deixou bem lubrificado pra mim rsrs

– Sim Mari, pode enfiar!

Mariana enfiou seu pênis com força em meu cuzinho, e dei um grito alto naquele momento, pois aprendi que ainda precisaria me acostumar ao seu pênis, mesmo que fosse apenas um pouco mais grosso que o de Vivi:

– Desculpa gatinho, doeu? Quer que a tia tire para a dor passar um pouco?

Mari parecia mais carinhosa que Vivi, mais preocupada com a minha dor, mas nem por isso perdoaria meu cuzinho:

– Não tia, pode continuar, vou me acostumar enquanto você mete!

– Nesse caso, nada de chorar, vou meter com força seu putinho safado…

Arrepiei com aquelas palavras, percebendo que talvez Mariana não fosse ser tão carinhosa quanto pensei que fosse…

Ela agora metia aquele pênis curvado com força, bombava com tudo contra minha bunda enquanto eu mordia e apertava com força os lençóis, me esforçando ao máximo para aguentar 24cm de pênis grosso em meu cuzinho que acreditava ser capaz de suportar apenas 20cm… era um prazer um pouco diferente que o de Vivi: Enquanto seu pênis reto ia até o fundo de meu cuzinho me fazendo gozar com a força e a dor que ela causava na “parede” dele, o pênis curvado de Mari massageava a parte de cima dele, me dando outro tipo de prazer que seria ainda mais forte na próxima posição…

– Que delícia de cuzinho, meu deus… obrigado por treinar ele pra mim Vivi, agora posso comer esse novinho sem me preocupar em machucar ele, fora que sua porra está fazendo o papel de lubrificante rsrs

– Fiz todo o trabalho duro né, sua cachorra? Agora aproveita enquanto o Bruninho ainda estiver por aqui, não sabemos quando ele vai embora então temos que comer ele o máximo de vezes possível rs

– Com certeza, agora vira de frente pra mim novinho, quero te fazer gozar pelo cuzinho igual essa safada fez…

Me virei e logo estava com o pênis de Mariana dentro de mim com as pernas abertas igual fiquei com Viviane, mas dessa vez Mari estava ajoelhada em minha frente, com minha bunda sendo puxada contra suas coxas e seu pênis entrando e saindo com ainda mais velocidade, massageando meu ponto G de um jeito ainda mais forte que com Vivi:

– Tá sentindo a cabeça do meu pau massageando aquele seu pontinho gostoso, bebê? Tá sentindo essa dorzinha gostosa e o seu pau ficando pesado?

– Sim Mari, tá muito gostoso, acho que vou gozar daqui a pouco!!

– Que delícia, então pode gozar para a tia, me deixa provar essa porra docinha, meu novinho safado…

Parecia um sonho! Duas travestis enormes e pauzudas, lindas, carinhosas, safadas na medida certa, ambas me tornando uma putinha aos poucos, sendo que perdi a virgindade com aquela deusa de pele branquinha e agora recebia uma massagem prostática de uma loira cavala que me comia de forma que eu flutuava, de tão anestesiado que estava pelo prazer… de repente, Vivi me traz de volta para a realidade:

– Quero brincar mais, meu pau já está duro de novo, acho que mereço mais uma gozada por tudo que fiz pra você hoje, né gatinho? rsrs

Sem nem esperar minha resposta, Vivi aproveita que minha boca está livre, se senta acima de minha cabeça de frente para Mariana, apoia seus braços na cama e desce com aquele pênis duro como pedra, o enfiando em minha boca:

– Caralho que delícia de boca, vou fuder ela como se fosse seu cuzinho, Bruninho!!

Enquanto Mari me comia violentamente, Vivi se mexia pra cima e pra baixo, enfiando seu pênis até minha garganta e tirando de tempos em tempos para que eu pudesse respirar… era uma sensação angustiante ficar sem ar enquanto ela basicamente abusava de minha boca como se fosse um cuzinho mas ao mesmo tempo era delicioso me sentir usado daquele jeito, me sentir um mero brinquedo sexual na mão daquelas duas. Eram dois pênis gigantescos, um em minha boca me arrombando até a garganta e outro em meu cuzinho, me fodendo tão forte que após 10 minutos daquilo, eu já havia gozado duas vezes, dando para Mari o leite quente que ela tanto queria experimentar e que bebeu cada gota…

Após mais alguns minutos daquilo, finalmente ouvi Mari anunciando que iria gozar, no que Vivi disse:

– Nossa finalmente, já não estava aguentando mais segurar o gozo pra te esperar, sua cadela rsrs – disse Vivi, que não parava de foder minha boca nem por 1 segundo.

– Vamos gozar juntas então sua cachorra, vamos dar porra para o Bruninho juntas!! – respondeu Mari, já bem ofegante e a ponto de gozar…

Poucos segundos após isso, ouvi os deliciosos urros de tesão das duas que estavam agora usando meu corpo como um depósito de esperma… Mariana pulsava seu pênis colossal ainda mais forte que Vivi, me fazendo sentir sua porra quente inundando meu cuzinho me causando a mesma sensação de “chuca” que Vivi me causou, enquanto que esta enchia minha garganta de porra, saía tanto esperma do pênis de Vivi que parecia uma garrafa de água sendo apertada contra minha garganta, me dando vários jatos fortes de água…

Após gritarem de tanto tesão, as duas terminaram de gozar, onde senti meu cuzinho lotado do esperma de Vivi e Mari misturados e minha garganta cheia da porra espessa e deliciosa de Vivi, que engoli aos poucos até não sobrar nada… Vivi descansava encostada na cabeceira da cama com sua virilha quente em minha cabeça e com seu pênis ainda pegando fogo encostado em minha bochecha escorrendo porra, enquanto que Mari estava deitada do outro lado da cama com seu pé direito encostado em meu rosto, que aproveitar para passar uns 5 minutos chupando para agradecer as várias gozadas que ela me proporcionou ao massagear meu ponto G por mais de 30 minutos sem parar. Após mais alguns minutos de descanso, Vivi resolveu fazer mais um pedido “sujo” para mim:

– Já ouviu falar de chuva dourada, novinho?

– Chuva dourada? Nunca ouvi falar disso, o que é?

Naquele momento ouvi uma leve risadinha de Mari, o que me fez desconfiar que não era algo muito inocente…

– Chuva dourada é xixi, meu novinho bobo rsrs… é quando outra pessoa faz xixi em você, seja no corpo, no rosto, na boca… – disse Mari, me causando outro arrepio por me fazer imaginar onde isso iria dar…

– E o que você quer que eu faça? – perguntei para Vivi

– Ahhh, como a gente transou tanto, como gozamos tantas vezes… deu vontade de fazer xixi, e eu queria que você me ajudasse com isso, e acho que a Mari também quer rsrs…

– Com certeza quero, adoraria que esse bebê tomasse nosso xixi pra não precisarmos ir ao banheiro rsrs… – disse Mari, reforçando ainda mais o que Vivi havia dito…

– Mas isso não faz mal? Não sei se é saudável beber isso…

– Só hoje você bebeu quase um copo de esperma, com certeza xixi não vai te fazer nenhum mal, seu bobo rsrs… – Mari disse mais uma vez.

– Bem, tudo bem então, mas façam devagar pra que eu me acostume com o gosto, tá?

– Aiii vou ficar apaixonada por esse novinho desse jeito, vou me casar com você e te roubar pra mim rsrs… – Disse Vivi, me deixando completamente vermelho e agora totalmente entregue a mais este fetiche delas…

– Vem aqui Mari, vamos fazer juntas pra ele sentir o gosto de nós duas ao mesmo tempo rs…

Já sentado na beira da cama, tenho aquela visão dos céus de duas travestis nuas com os pênis completamente eretos na minha frente, prontas para despejar seus líquidos em minha boca, algo que nunca imaginei nem em meus maiores sonhos…

– Preparado gatinho? Vou segurar sua boca, assim você não corre risco de fechar ela e fazer bagunça enquanto te damos essa bebida rsrsrs… – disse Vivi, me provocando…

Com medo e excitado em saber a sensação do que estava para acontecer, abri minha boca que foi segurada em cima e embaixo pela mão de Vivi, que com a outra mão apontava aquela cabeça rosada deliciosa para minha boca, assim como Mari fazia…

De repente, Vivi e Mari soltam seus líquidos transparentes diretamente em minha boca, um líquido bastante amargo mas que não achei de forma alguma ruim, talvez pelo tamanho do tesão que sentia por aquelas duas na minha frente…

– Que delícia gatinho, você engoliu nosso primeiro jato todinho, achei que demoraria muito mais pra você conseguir engolir isso rsrs… – disse Vivi com uma expressão muito satisfeita, como que feliz por ter encontrado um brinquedinho tão obediente como eu…

– Acho que ele nasceu pra ser um submisso, né Vivi? Um novinho tão putinha assim não se encontra todo dia, e se ele bebe até xixi sem reclamar, acho que podemos testar outras coisas com ele enquanto ele estiver aqui rsrs… – disse Mari agora com uma expressão muito safada em seu rosto, praticamente invertendo sua feição com a de Vivi…

Elas continuaram me dando jatos de urina diretamente em minha boca dando um sorriso satisfeito a cada vez que eu engolia seus líquidos transparentes, e após cerca de 10 jatos de cada uma, elas pareciam ter finalmente terminado:

– Nossa que delícia novinho, além de um depósito de esperma você também serve como depósito de urina rsrs… acho que vou te dar em um copo da próxima vez rsrsrs… – brincou Vivi arrancando risadas de Mari enquanto as duas me faziam limpar o bico de seus pênis com a boca, algo que acabou se tornando um boquete nas duas que após mais alguns bons minutos, me deram mais um pouco de leite quente antes de irmos dormir…

– Tem certeza que vocês duas vão dormir aqui? E se a Júlia acordar e ver vocês duas aqui comigo??

– Relaxa gatinho, do jeito que a Júlia está bêbada, só acorda amanhã lá pelo meio-dia… essa noite nós vamos dormir aqui, cada uma de um lado e você no meio, assim como deve ser rsrs… – respondeu Vivi, safada como sempre…

Suspirei com medo de Júlia acordar naquela noite, mas confesso que não trocaria dormir com aquelas duas por nenhuma outra coisa, afinal eu duvido que comigo no meio elas apenas dormiriam inocentemente no resto daquela noite, além de que eu estava muito ansioso e excitado para saber se outras brincadeiras aconteceriam antes de irmos dormir rsrs…

E este foi o fim de minha segunda noite na casa de Viviane e Mariana, minhas agora “Tias Travestis”, a segunda de muitas noites de sexo selvagem e safado com estas deusas que mudaram e passaram a fazer parte de minha vida a partir dali. Muitas outras noites de sexo vieram após essa antes de eu ter que voltar para casa com minha irmã, muitas aventuras e experiências deliciosas que um garoto de 14 anos jamais pensou que teria, e que eu adoraria contar pra vocês caso queiram saber!

Obrigado pela sua leitura, deixe sua avaliação com estrelas e com um comentário, se o conto for bem avaliado quem sabe em alguns dias eu conte sobre aventuras que tive em locais totalmente impróprios para mim na época como boates fetichistas e casas de swing onde minhas tias deram um jeito para que eu entrasse rsrs… até a próxima!!!

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