Meu Enteado Travesti Metendo Gostoso

Quando me casei pela segunda vez, estava com meus 52 anos e ela (Dulce), estava com 40 e com um filho(a) de 22 anos (Paulo – Paula). Pra facilitar, vou tratar o Paulo sempre como Paula, pois é assim que ela gosta de ser tratada… Como uma mulher. Paula, apesar de ser nova, era proprietária de um salão de beleza muito frequentado pelas madames, o que lhe permitia viver bem e ainda ajudar a mãe antes de se casar comigo. E não era segredo de ninguém, que Paula morava com um outro travesti de nome Sheila, também muito bem sucedida, proprietária de

uma loja de roupas femininas. Meses depois que me casei, houve algum problema entre Paula e Sheila, e Dulce veio me pedir se Paula podia ficar morando durante um tempo com a gente até arrumar um lugar pra morar… Ela pretendia passar a morar sozinha. Não vi nenhum problema de aceitar a Paula na minha casa. Paula é uma travesti bem bonitinha, e quem não a conhece a confundi realmente como uma mulher: morena, magrinha, peitos médios e uma bundinha linda e redondinha. Dulce trabalhava como telefonista em uma fábrica de roupas, e eu trabalhava como inspetor policial na delegacia da cidade. Como trabalhava fazendo turnos, passei a ficar muitas vezes sozinho em casa com Paula que só abria o salão na parte da tarde. Fomos aos poucos se aproximando e ficando um pouco mais íntimos, a ponto de conversarmos sobre seu relacionamento com a Sheila. Sabendo que Sheila também era uma travesti, um dia resolvi perguntar pra Paula se ela tinha algum namorado.
– Ué, sempre foi com a Sheila!…
– Mas ela não é uma travesti?
– Nos duas somos, mas isso nunca impediu da gente se relacionar.
– Me perdoe a curiosidade, mas uma das duas então devia fazer o papel de homem, não é?
Paula deu uma risadinha.
– Homem? Bem… Tinha dias que era eu, e outros era ela, entende?
– Mais ou menos!…
Os dias foram passando, e, normalmente comecei a lhe fazer elogios vendo-a normalmente dentro de casa vestindo shortinhos minúsculos que mais parecia uma calcinha… Dava até pra ver um pequeno volume do seu pinto marcado no tecido.
– Você está linda!…
– Obrigada Silvio!…
Estávamos sozinhos em casa, quando cheguei na sala e vi Paula novamente com um shortinho mostrando a polpa da bundinha, e uma blusa larga de alça e muito decotada que quase deixava seus peitos de fora. Fui pra cozinha arrumar um café, quando ela apareceu dizendo que ela iria preparar pra nós dois. Sentei à mesa e fiquei aguardando ela passar o café … Paula ao me servir o café na xícara que estava na minha frente, arqueou o corpo deixando aparecer seus dois peitos pelo decote generoso. Ela percebendo meu olhar.
– Viu alguma coisa?
– Ví sim… E achei muito bonito!…
– Meu peito?
– É Paula, você tem os peitinhos muito bonito!
Ela puxando o decote pra liberar os dois seios ao mesmo tempo.
– Você acha?
Levei a mão e apalpando levemente, arrisquei…
– Dá vontade de até dar uma chupada!…
Ela sem impedir que eu continuasse apalpando.
– É uma pena que você seja o meu padrasto!
– E qual o problema?
– Tem a minha mãe, ué!…
Puxei ela pro meu colo e dei uma rápida chupadinha em um dos seios.
– Ela não precisa ficar sabendo!
– Tá Silvio… Mas mesmo assim!…
Instintivamente levei a mão no meio das suas pernas, mas ao passar a mão no seu short o que notei foi que Paula estava excitada e de pau duro. Quando tentei puxar seu short, ela levantou rapidamente do meu colo.
– Não Silvio… Não!…
– Ok!… Fique tranquila!…
Sentamos, tomamos o café, e depois cada um foi pro seu quarto. De propósito, deixei a porta do meu quarto suíte escancarada e fui tomar um banho. Saí do banho e fiquei andando pelo quarto totalmente pelado e de pau duro. Sabia que Paula a qualquer momento ia sair do seu quarto e passar pelo corretor. Cinco minutos depois, ela no corredor parou em frente a porta do meu quarto e olhou me vendo nú… Fingi que não a estava vendo. Paula chegou na porta.
– Oi!…
Virei ficando de frente pra ela.
– Oi!…
Paula veio entrando e fiquei parado até ela chegar na minha frente.
– Algum problema Paula?…
Percebia seu olhar na minha piroca dura.
– Não!… Está tudo bem!…
Mas a mão dela foi direto pro meu pau, e ela segurando.
– Quero sentar de novo no seu colo!
Sentei na cama e ela veio sentando sobre minha coxa e voltando a segurar meu pau. Tirei sua blusa e caiu de novo nos seus peitinhos chupando-os alternadamente. Segurei seu rosto, e ao lhe dar um beijo na boca.
– Não Silvio… Não faça isso!…
– Mas eu acho sua boca linda!…
Ela passou a movimentar a mão na minha pica e eu voltei a beijar sua boca sendo correspondido. Fiz ela ficar de pé e fui arriando seu short até ver um lindo pinto duro. Segurei seu pinto duro e fazendo um leve carinho.
– Você conseguia meter na sua amiga Sheila?
– Sim… E ela também metia na minha bundinha!
Fui fazendo ela virar de costas pra passar meu pau na sua bunda.
– Você gosta de dar a bundinha?
– Sim!… Gosto!…
Ela percebendo, arriou o corpo se apoiando na cama e foi abrindo as pernas. Passei um pouco de saliva no meu pau e fui logo colocando e empurrando.
– Hhhhuuummmmm Silvio… Hhhhuuummmmm! Enfia tudo!…
Enfiei tudo e assim que comecei a bombar.
– Vai Silvio, vai! Mete mais forte!…
Passei a bombar com bastante força que o encontro de nossos corpos fazia um barulho alto e seco… Notei que Paula esticou o braço pegando seu short.
– Vou gozar Paula!…
– Eu também! Eu também! Aaaaahhhh! Aaaahhhh!…
Fui gozando no seu cuzinho e ela gozando sobre seu short. Dei-lhe mais um gostoso beijo na boca antes dela correr pra dentro do banheiro do meu quarto. Voltando foi ela quem me beijou.
– Vamos ter que tomar cuidado com a mãe!…
– Claro… Não vamos abusar da sorte!…
Naquele resto de semana, comi a bundinha da Paula várias vezes, e ela me mostrou que também gostava de chupar uma piroca. Um mês depois, ficamos novamente sozinhos em casa, e logo na segunda-feira de manhã Paula apareceu toda maquiada na sala vindo direto pro meu colo. Muitos beijos, e não demorou pra irmos pro seu quarto e ficarmos pelados na cama, um fazendo carinho um no outro, principalmente nos pintos duros, quando ela me beijando.
– Você deixa hoje, eu fazer o papel de homem?
Levei um susto.
– O quê? Não entendi!…
Claro que eu tinha entendido.
– Ninguém vai ficar sabendo Silvio!
– Mas eu sou macho porra!…
– Só hoje, deixa!…
Era macho, mas adorava ficar pegando na piroca dura da Paula.
– Tá bom, mas olha lá hein! Não vai pensar que eu sou viado!
Fiquei de quatro sobre a cama e fiquei olhando a Paula molhar seu pinto com saliva e vir direto direção da minha bunda. Fiquei tenso, e logo fui sentindo uma pequena ardência no rabo com Paula enfiando seu pau no meu cú. Paula enfiando tudo, colocou suas mãos na minha anca e começou o vai e vem.
– Tá gostando Silvio?…
– Lógico que não porra… Sou macho!..
Paula ficou por incríveis 10 minutos socando no meu cú, que lá pelo terceiro minuto eu já estava gemendo e adorando sentir aquele membro duro fazendo vai e vem no meu rabo… Assim que Paula gozou no meu cú, chamei-a pra dentro do banheiro, e debaixo do chuveiro foi minha vez de meter no seu rabo… Sentindo a porra ainda escorrendo do meu cú, fui gozando e também enchendo o cuzinho de Paula. Na terça-feira, novamente logo de manhã, assim que Dulce saiu pro trabalho, Paula apareceu no meu quarto vestindo uma pequena camisola. Ficou pelada e veio deitar comigo, não demorou pra eu sentir Paula excitada, e entre um beijo e outro segurei seu pau, pedindo.
– Quer me comer de novo?
– Quero!…
Com medo de fazer lambança na cama, chamei-a pra dentro do banheiro, e ficando pelado me posicionei apoiando as duas mãos sobre o tampo do vaso.
– Vem Paula, mete no meu cú!…
E novamente Paula socou por vários minutos no meu cú, que fui gemendo gostoso até sentir ela despejando todo seu gozo dentro de mim. Fui pro chuveiro com a intenção de também comer a Paula, mas ela veio e foi direto com a boca no meu pau, me dando o melhor boquete da minha vida, ainda deixando eu gozar tudo dentro da sua boca. Acho que foi na quinta-feira, quando fomos tomar um banho juntos depois de dar uma sarrafada no rabo de Paula, debaixo do chuveiro percebendo que Paula continuava de pau duro, resolvi experimentar e fui me ajoelhando até conseguir colocar seu pau na minha boca… Paula rindo.
– Caaaaaralho Silvio… Não acredito que você vai me chupar!
– Vou sim, mas continuo sendo macho, ok?
E adorei mamar pela primeira vez na minha vinda… Só que, ao sentir o primeiro jato de porra, tirei a boca e deixei Paula gozar no piso do banheiro.
Pra que esse conto não fiquei muito extenso, vou escrever o que aconteceu depois que Paula resolveu voltar a morar com a Sheila. Paula vinha de vez em quando na minha casa, sabendo que eu estava de folga e procurávamos aproveitar o máximo do tempo em cima da cama. A convite de Paula, passei a ir também na sua casa, no início apenas pra conhecer a Sheila (também uma linda travesti). Depois de umas três visitas, a própria Paula me pediu pra ir até o quarto onde acabei encontrando a Sheila peladinha me esperando. Resumindo: Hoje eu tenho duas travestis, que comigo juntos na cama, fazemos uma putaria generalizada onde todos comem o cu do outro. Adoro quando a Sheila come meu rabo… Ela tem uma piroca bem maior do que a da Paula.

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