Adoro muito a minha vizinha travesti

Era umas 5 da tarde, quando vou a entrar no prédio e ao mesmo tempo entra o agente imobiliário que estava a tratar do arrendamento da casa do meu vizinho, com uma mulher deslumbrante ao lado. Morena, 1,80m, cabelo comprido até ao rabo bem escuro, um rabo enorme mas bem definido, e um peito gigante explodindo fora do decote. Uma mulher linda, com um olhar bastante sensual, lábios carnudos que só dá vontade de enfiar logo o pau na boca dela! Fiquei doido… Fomos no elevador e meti logo conversa:


– Então? Não me diga que já encontrou uma vizinha para mim? – perguntei ao mediador.
– Vamos ver! Assim espero! – disse ele
– Éh! Vamos ver né… Com um vizinho simpático desses acho que vou ficar sim! – disse ela sorrindo.
Para tristeza minha acabou a viagem de elevador e entrei em casa. Fiquei de olho para ver como corria a visita. Mas acabei por não ter mais informação nenhuma.
Passou umas semanas e continuei a ver o mediador a levar lá pessoas, mas ninguém como aquela gostosona… Perdi a esperança na minha vizinha…
Até que um dia, vou a sair de casa, e esta ela a meter a chave na porta para entrar! Não queria acreditar! As minhas pernas ficaram a tremer… Meio envergonhado com a situação apenas sorri com o olhar dela perfurante.
– Oi! Tudo bem? – disse ela.
– Olá! Então? Sempre ficou minha vizinha? – disse eu meio envergonhado e um pouco corado.
– Sim… Fiquei! Gostei da vizinhança! – disse ela sorrindo
Nesse dia fui trabalhar mais alegre! E com esperança de ir arranjar uma boa foda todos os finais de dia com a minha vizinha! Já me imaginava a chegar a casa e encontrar a porta dela entre aberta, com ela a minha espera toda nua! Estava a ficar doido… Passei o dia com uma tesão enorme no meio dos meus desvairos e pensamentos eróticos.
No final do dia saí do trabalho e fui para casa, na esperança de a encontrar, mas nada… Não ouvia sequer barulho no apartamento… Fui fazendo as minhas coisas normais, tomei o meu banho, vesti o meu robe, e fui fazer o jantar. Assim que estou a começar a cozinhar ouço tocar á porta. Pensei que seria alguém a querer vender algo, como era normal àquela hora, mas qual não é o meu espanto, que ao espreitar no óculo da porta vejo a minha vizinha.
Intimidado abri a porta.
– Oiiii! Desculpa estar a incomodar, mas gosto sempre de fazer boa vizinhança, e vinha-te convidar para provar o meu bolinho que fiz hoje! Gosta de bolo de chantilly? – disse ela
– Meio envergonhado sorri e aceitei o convite dela para entrar em sua casa.
Era muito simpática, e depressa me meteu à vontade em sua casa. Ainda tentei ir trocar de roupa antes de ir, mas ela não deixou e me obrigou a ir mesmo em robe! Falou que não era para me habituar, mas hoje podia ir em robe! Comecei a imaginar o que seria chupar-lhe aquelas mamas enormes que ela tinha, e comer-lhe aquele cu todo… Fiquei de meia haste, que por cima do robe se notava um pouco, enquanto comia aquele bolo de chantilly com morangos delicioso…
Ela era bastante faladora, mas eu nem a ouvia! Só pensava na foda que eu lhe dava… Penso que ela tenha notado que estava um pouco excitado com a situação… Volta e meia ela sorria um pouco olhando para o meu pau. Parecia que fazia de propósito para me excitar ainda mais!
Não achei muito normal aquela situação… Uma mulher linda assim, se oferecendo para mim daquela maneira! Eu que nem tinha muita sorte! Enfim… Terminei de comer o meu bolo, agradeci e tentei sair dali o mais depressa possível. Queria fode-la, mas não me sentia muito á vontade com a situação! Ela era boa de mais para mim! Tinha medo de me vir logo na hora que ela tocasse no meu pau!
Fui para casa, entrei na casa de banho, procurei o meu lubrificante, besuntei meu pau todo e bati três punhetas a pensar nela… Nunca numa punheta me tinha vindo tanto… Era leite por todo o lado!
Naquela noite já nem jantei! Fiquei tão cansado que fui me deitar e adormeci na hora!
Passou-se mais algumas semanas, entre encontros rápidos no elevador e à entrada de casa, mais nada se passou! Apenas um “oi!”, e uns sorrisos marotos… Pareceu-me que ela não tivesse nenhum namorado! Pelo menos nunca vi ninguém entrar em sua casa. Gostava de ser eu. Mas como ia eu fazer aquilo??
Certo dia, entramos os dois no elevador, nos cumprimentámos como de habitual, mas estava prestes a acontecer algo que nos deixaria os dois numa situação bastante inesperada! Um corte de eletricidade, e tudo parou! O elevador parou às escuras entre um andar e outro! Não conseguíamos sair para lado nenhum, e só nos restava esperar que viesse a luz.
Eu estava bastante nervoso, porque tinha claustrofobia! Comecei a ficar com a respiração ofegante, e ela apercebeu-se que eu estaria em apuros!
– Tem calma querido! Logo logo já volta a luz e saímos daqui os dois bem vivinhos! Não precisa ficar assim nervoso, eu não te vou comer! – e ria bastante, com a mão nas minhas costas, para me descontrair!
– Não estou preocupado consigo! Eu sou claustrofóbico! Não posso estar em recintos fechados! Fico sempre assim nervoso! – disse eu.
– Eu tenho uma solução para isso – disse ela.
– Tem? – perguntei eu.
– Sim. Vai fazer o seguinte! Pensa numa coisa muito boa! Algo que gostasse que acontecesse, ou que já tenha acontecido. Imagine-se mesmo a viver isso. E vai ver que logo logo vem a luz! – disse ela.
– Hum… Pensar numa coisa muito boa? Pode ser na minha vizinha do lado? – saiu-me de rompante da boca! A sorte é que estava tudo escuro e ela não conseguia ver como eu estava corado!
– É? Pode ser… – disse ela. – E o que vai pensar? Quer me contar? – perguntou.
– Ah… É melhor não! Corria o risco de ser mal educado consigo! – disse eu em jeito de terminar a conversa por ali! – É? e se eu for mal educada consigo? – disse ela ao mesmo tempo que sinto uma mão forte a agarrar-me os tomates. – Ui… Vizinha, assim fica complicado! – respondi eu.
Sinto ela a aproximar-se e a empurrar-me contra a parede do elevador. Começou a beijar-me o pescoço ao mesmo tempo que masturbava o meu pau por cima das calças. Estava louco de tesão… Aquele vizinha era doida, e deslumbrante! Pena estar a luz apagada…
Sinto-a a escorregar pelo meu corpo, e a meter-se de joelhos bem à minha frente
– Era isso que ia imaginar seu porco? – perguntou ela ao mesmo tempo que abria a minha breguilha e colocava o meu pau de fora.
– Sim era isso… – disse eu já sem pensar em claustrofobia nenhuma!
Sinto aquela boca quente e húmida a engolir o meu pénis todo! Não hesitou! Só dizia que adorava paus assim grandes que nem o meu. E chupava, chupava de uma forma como nunca me tinham chupado antes. Conseguia engoli-lo todo. Tinha uma boca bem molhada e quente, e sentia a saliva dela a escorrer até as minhas bolas e pernas.
Tirava o pau e batia com ele na cara, e perguntava-me se ainda sentia claustrofobia! Doida mesmo…

Teve uns 5 minutos naquilo, até que veio a luz, e finalmente a vejo com as tetas de fora, com o pau todo enfiado na boca de joelhos a olhar-me nos olhos.
Aquela visão fez-me vir na hora! Esporrei-me dentro da boca sem lhe pedir licença! Ela enfiou mais o pau na boca, e deixou escorrer a minha meita pela sua garganta até eu não ter mais forças para me vir.
Chegamos ao nosso andar, e ainda eu tinha o pau na boca dela, quando ela abre a porta do elevador sem medo que alguém nos visse.
Saiu do elevador e deu-me um beijinho em jeito de despedida:
– Xau querido! Os elevadores aqui são muito perigosos! Toma cuidado! – disse ela
Fui para casa, e naquela noite voltei a me masturbar umas três vezes a pensar nela! Queria comê-la! Porque é que ela não me convidou para entrar?! Tinha partido a gaja toda naquela noite…
Passou mais uma semanas, sem que a visse nem que ela dessa sinal de vida! Aquela vadia ou não tinha gostado que me viesse na boca dela, ou era uma puta que fazia aquilo com todos!
Andei a bater mal durante aquele tempo… Será que ela não gostou de mim? O que tinha feito eu de errado! Ela nem deu tempo que eu fizesse nada! Se calhar deveria de ter tido uma atitude mais ativa e tê-la comido ali no elevador mesmo… Mas quase nem deu tempo!
Certo dia estou em casa, e vou para à varanda estender e roupa. As nossas casas tinham varanda lado a lado. E se espreitasse-mos dava para ver para dentro da casa.
Curioso, não resisti e fui espreitar a ver se ela estava em casa.
Qual não é o meu espanto quando a vejo a passear-se no quarto, toda nua. Mas o que parecia ser lindo e deslumbrante transformou-se num pesadelo! Tinha um corpo lindo, umas mamas deslumbrantes, com uns bicos bem escuros e pontudos, uma anca parecida esculpida, e um rabo gigante e bem firme. O pior estava para vir! Era um homem! Tinha um pau enorme, caindo entre as suas pernas. Grosso, bem escuro, e devia medir uns 16 cm flácido.
Fiquei estupefacto! Recolhi depressa a cabeça como que com nojo! E senti uma frustração imensa naquele momento… Tinha sido comido por um homem e ainda por cima tinha gostado! E agora? Será que me tinha transformado num gay? Ou tinha só sido engano??

Fiquei ali uns 5 minutos na varanda, como que em escândalo com a situação! Como podia uma mulher tão bonita ter um pau daquele tamanho?! E se eu tivesse entrado naquele dia em sua casa o que poderia ter acontecido? Será que ela ia querer enfiar aquele pau no meu cu? Será que ela seria violenta e me iria obrigar a dar o rabo para ela? Ela era bastante maior que eu, e provavelmente teria mais força…
Espreitei de novo! Pensei que pudesse estar a sonhar, ou então seria curiosidade escondida no meu pensamento! Tudo estremeceu de novo quando ao olhar para dentro do apartamento, a vejo nua na cama, de perna aberta, e de pau feito a ver um filmo porno na televisão ao mesmo tempo que se masturbava! Tinha um pau enorme! Uns 27cm… A mão dela deslizava para cima e para baixo naquele pau escuro, com a cabeça bem rosinha. A outra mão agarrava uma mama daquelas grandonas que ela tinha. E estava com uma cara bastante sensual, com aqueles lábios carnudos entreabertos! Eu queria, mas não conseguia desviar do olhar! Aquilo estava-me a excitar! Não entendia o que se passava, sempre fui heterossexual, e nunca tinha tido qualquer curiosidade pela sexo oposto nem por travestis. No entanto, aquela situação estava-me a deixar excitado!
Ela continuava a masturbar-se, e começou a introduzir os dedos no cu ao mesmo tempo que batia punheta e cuspia no próprio pau. Via-a bastante excitada, e quase que a conseguia ouvir gemer.
Nisto virou-se de quatro para mim! Não sei se me tinha visto, se era apenas coincidência… Mas naquela altura também não quis saber! Já tinha o pau de fora, e já me estava a masturbar também!
Via-lhe o olho do cu bem virado para mim a piscar, e aqueles tomates bem escuros caídos! Que visão estranha! Tinha um rabo de mulher ótimo! E depois aquilo ali pendurado! Ao mesmo tempo pensava:
– Será que seria capaz de lhe agarrar ou tocar naquele pau?
Vi-a introduzir um dildo na boca e depois no cu, ao mesmo tempo que continuava a ver um filme porno de um travesti a comer um homem. Enfiava aquilo tudo no cu, bem fundo, com a mão por trás das costas. Conseguia ver-lhe o pau a baloiçar e a bater entre as suas pernas e a barriga, tal não era a veemência que inseria aquilo no cu.
Prendeu o vibrador no chão do quarto com a ventosa que tinha na ponta, e ficou a rebolar-se em cima dele, de costas para mim! Só via aquele cuzão lindo com aquele pau enfiado la, a fazer movimentos bem suaves. Vi pelo movimento dos seus braços que continuava a masturbar-se também. Louca de tesão, inclina-se com a cabeça para trás, e como pau enfiado no cu, vejo de novo aquele pau enorme apontado para mim, a esporrar-se sobre ela! As mamas e a sua barriga estavam cobertas de leite… Os cabelos caídos para trás, bem escuros, e aquele pau ainda todo sujo apontado para mim foi uma visão que me fez soltar todo o leite que tinha dentro de mim.
Durou uns 20 ou 30 minutos aquele sessão de punheta e eu vim-me umas duas vezes enquanto ela se masturbava. Tinha muito mais resistência que eu!
Fiquei sem saber se me tinha visto ou não… Fui para a quarto, bastante abalado com a situação! Não sabia o que pensar… Como estava eu a apaixonar-me por um travesti? Como é que aquilo me excitava?
E agora? Será que algum dia eu iria ser capaz de fode-la? Mesmo que ela queria será que consigo? E quem domina? Eu ou ela? Serei eu capaz de receber aquele pau no meu cu? Serei eu gay por isso? Nunca quis ser gay…

One Reply to “Adoro muito a minha vizinha travesti”

  1. Gostei muito da sua história, fiquei de pau duro lendo ela. Mas você tem alguma continuação desse conto? Se tiver, poderia me mandar no meu e-mail? Me mande seu e-mail ou seu contato…

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