Travesti que conheci no site do Badoo

Este é o conto da minha primeira e infelizmente única experiência que tive com travestis.

Eu tinha acabado de sair de um relacionamento de 6 anos, tinha 26 anos, 1,85, cabelos castanhos, 90 quilos. Nesta época eu estava caçando alguma coisa no antigo site de encontros, o Badoo. Saí com algumas mulheres, muitas delas por mais de uma vez, até que um dia recebi uma mensagem de uma “mulher” aparentemente mais velha.

Como eu estava em uma época que não negava nada, entrei no chat com ela e fomos conversando, quando ela me mandou a primeira foto eu notei algo de diferente e logo percebi que se tratava de um travesti, na hora que caiu minha ficha eu não sabia se encerrava a conversa ou se continuava, pois nunca havia passado pela minha cabeça essa possibilidade embora eu já tivesse me masturbado diversas vezes em sites de travestis. Nesse dia em específico ficamos só na conversa, quando fui dormir visitei alguns sites do gênero e me acabei na punheta, não sei porque mas a ideia de fazer sexo com alguém que também tivesse um pau me excitava bastante, só de pensar meu pau ficava duro.

Passou alguns dias do primeiro contato até que ela me abordou novamente no chat, nessa noite eu estava sozinho e entediado, e desde a última conversa eu havia fantasiado bastante a respeito da possibilidade desse encontro, comecei a conversar com ela e logo fui tratando de propor um encontro, após acertarmos os detalhes ficou combinado dela me buscar de carro perto da minha casa e assim foi feito, já era 01:00 da manhã e lá estava eu a espera dela em uma movimentada rua próxima da minha residência.

Ela chegou em um carro grande, meu coração acelerou quando vi que aquilo estava para acontecer, ela parou o carro perto de mim e me chamou pelo nome, na hora me deu um pouco de medo, pois era uma aventura que eu ainda não tinha feito mas resolvi ligar o foda-se e entrar. Entrei no carro e ela percebeu meu nervosismo, tanto que ela conversou de amenidades comigo. Na minha cabeça eu só conseguia pensar se eu conseguiria ou não me relacionar com ela, pois é muito diferente o real das fantasias, quando você está ali, frente a frente com a pessoa a sensação é outra.

Ela dirigiu para o AP dela, por sinal muito chique, entramos pela garagem de forma bem discreta e subimos pelo elevador. Chegando lá ela me ofereceu uma bebida, normalmente eu não bebo mas naquela noite eu sabia que precisaria de um incentivo para conseguir me soltar, meu nervosismo estava evidente. Ela me ofereceu uma bebida misturada com suco de laranja, fui bebendo e conversando com ela até ficar um pouco “alto”. Nisso ela me convida até a sacada, eu já estava um pouco tonto e decidi que o momento da investida seria esse, não tinha como adiar mais, era agora ou nunca.

Conversando na sacada, sem dizer uma palavra eu a abraço pelas costas, ela soltou um gemido de aprovação e afobado como sou levei minha mão no pau dela por cima do vestido, senti um cacete meia bomba (foi a primeira vez que toquei num pau que não era o meu próprio), ela se desvencilhou de mim, na hora eu pensei que tinha estragado tudo porém ela me pegou pela mão e me levou até sua suíte.

Meu coração parecia que ia sair pela boca, eu a acompanhei e chegado lá ela me sentou na cama e pediu um minuto para ir até o banheiro, eu fiquei no quarto aguardando pensativo no que iria rolar naquela noite. Eu ainda estava um pouco alto, na meia luz do quarto dela quando ela me aparece completamente nua vindo na minha direção. Ela tinha peitos siliconados e estava com o cacete duraço já, provavelmente ela se estimulou no banheiro.

Ela chegou de frente pra mim com o cacete apontado pro meu rosto, senti aquele cheiro característico de pau, a primeira coisa que fiz foi segurá-lo com firmeza, punhetei ela um pouco e enquanto ela gemia eu criei coragem e passei a língua na cabeça dele, quando percebi já estava com ele inteiro na minha boca. De forma desajeitada fui chupando e tentando não esbarrar meus dentes nele, era um pau bem feito, devia ter uns 18 centímetros ou mais e era grosso. Fiquei chupando por cerca de 10 minutos, quando ela veio pra cima de mim e se posicionou num 69 maravilhoso, eu só me lembro daquele pauzão em riste apontado pra mim enquanto eu o abocanhava com gosto, estava gostando mais de fazer do que receber.

Estávamos nos chupando demoradamente quando ela não satisfeita molhou um dedo e começou a acariciar meu cuzinho sem penetrá-lo de forma circular, quando ela o tocou eu senti um arrepio na espinha, aquilo era novo pra mim. Foi uma sensação muito forte, pela primeira vez eu senti meu cuzinho desejado por outra pessoa, isso enquanto minha boca cheirava aquele cacete enorme e duro da minha parceira, eu chupava que nem um bezerro mamando, não queria mais parar.

QUando minha amante parou com o 69, ela me disse que já queria gozar e como era minha primeira experiência, ela me perguntou onde e como eu queria que ela gozasse, no mesmo momento, sem sequer pestanejar eu pedi pra ela ficar de pé enquanto eu estivesse de joelhos e que ela gozasse na minha boca. Eu tinha que aproveitar a oportunidade para sentir a porra daquele pau que eu estava tão atônito em chupar. Atendendo ao meu pedido ela se levantou e apontou aquele pauzão pra mim, nisso eu percebi aquele monumento alto me vendo de cima com aquela rolona veiuda, me senti uma putinha submissa.

Ela começou a se punhetar a 2 centímetros do meu rosto, eu dava pequenas lambidas na glande daquele pauzão que babava, o cheiro dele estava me deixando extasiado, ela gemia cada vez mais e sem me pedir ela enfiou o pau na minha boca até a garganta, eu senti instantaneamente o refluxo vindo e tentei me aguentar para não quebrar o clima, ela segurava minha cabeça e penetrava minha boca como se fosse uma buceta. Eu não queria perder nada daquilo, só observava aquela beldade socando a rola na minha boca enquanto gemia. Não demorou pra ela tirar de repente o pau da minha garganta, segurou meu queixo e ordenou que eu abrisse minha boca.

Eu imaginei aquelas atrizes pornô com a boca aberta e a língua pra fora, fiz igualzinho, estava muito excitado, abri bem a boca e coloquei a língua pra fora, lembro que eu disse no impulso “enche minha boca de porra”, ela só me alertou “vou gozar muito, porque faz mais de uma semana que não esporro”, nisso eu senti 3 jatos quentes de porra direto na minha boca, ela era boa de mira, continuou gozando dentro da minha boca enquanto gemia alto. Eu não consegui engolir, tinha muita porra, minha boca estava literalmente cheia e já começava a vazar pelos cantos. O cheiro estava muito forte, parte da porra escorreu e outra parte eu engoli com custo. Ela gozou igual um cavalo na minha boca e depois deitou na cama, eu deitei junto para minha cabeça processar tudo que havia acontecido.

Ela continuou conversando comigo, eu estava meio que numa crise existencial, durante toda minha vida nunca tinha feito aquilo, só havia me relacionado com mulheres e agora eu estava ali, na cama, com a boca suja de porra e excitadíssimo com tudo que tinha acontecido. Não sabia se eu tinha prazer em “me destruir” ou se eu realmente gostava daquilo. Coloquei minhas preferências sexuais em perspectiva, eu realmente estava muito confuso. Minha amante do lado, percebeu meu estado e tentou me tranquilizar com uma conversa amena e amiga.

Quando voltei a mim pensei “já que estou na chuva, o negócio é me molhar”, alguma coisa dentro de mim se acendeu novamente e lá estava eu pronto pra sacanagem, levei a mão novamente no pau dela e a provoquei, comecei a falar com ela de “forma suja” e ela foi entrando no jogo, provoquei perguntando se aquele pauzão aguentava um segundo round e ela disse que sim só seu eu deixasse ela fazer o que ela quisesse comigo, aquilo me arrepiou assim que eu ouvi, momentos depois ela estava duraça novamente, a cabeça daquela rôla brilhava e minha boca enchia d’água, queria chupar aquele pau a noite inteira porém ela não deixou.

Ela me levantou e me levou pro corredor do quarto, de pé atrás de mim ela posicionou o pau na porta do meu cuzinho, na hora eu fiquei assustado, porém ela me disse “não se preocupe, não vou penetrar, só quero ficar me punhetando e ralando ele na porta do seu cuzinho”, nisso meu cacete ficou duro na hora, estava tudo muito gostoso. Estávamos nós dois de pé, ela posicionada atrás de mim fazendo leves movimentos e eu com as duas mãos na parede do corredor, quanto mais ela se mexia mais eu empinava minha bunda para facilitar o contato. Parecia que eu estava em outro mundo, sentir aquela cabeçona forçando a entrada do meu cuzinho enquanto ela se punhetava e gemia no meu ouvido.

Não aguentando mais eu disse pra ela “se você for gozar enfia bem fundo esse pau no meu cuzinho”, na hora não percebi mas esse provavelmente era o plano dela o tempo todo, por mais óbvio que fosse, durante toda a ação eu estava totalmente entorpecido pelas novas sensações que eu sentia. Assim que ela me ouviu praticamente suplicando pela rôla veiúda dela, ela gemeu e segurou minha cintura com as duas mãos. Eu senti a cabeça do pau dela forçando meu cuzinho e por incrível que pareça eu não sentia dor, mas muito tesão de ter aquele cacete que eu tanto chupei forçando sua entrada pra dentro de mim.

Ela deu uma gemida alta e pude sentir todo aquele cacete deslizando pra dentro de mim, que sensação espetacular, eu acabara de perder a virgindade do cu e estava em um estado absurdamente prazeroso, nisso ela começou o vai e vem e eu fiquei cada vez mais excitado, aquela rola estava me preenchendo de uma maneira vulgar e violenta, meu cuzinho não só aceitava como pedia cada vez mais. Eu sentia as bolas dela batendo na minha bunda e dizia pra ela foder meu cuzinho, para descarregar nele e que eu queria sentir a porra quente dela. Eu empinava minha bunda e ela socava com força e só era possível ouvir as bolas martelando minha bunda sistemicamente. As mãos dela seguravam com muita força minha cintura e enquanto eu gemia como uma puta,aquele frio na espinha descia até o interior do meu rabo, meu pau estava duro como pedra e vibrava como nunca, quando percebi eu estava gozando. Eu gozei sem me tocar, gozei fartamente de uma forma que provavelmente eu nunca tinha gozado na vida, o volume de porra era muito grande, sujei a parede e o piso de tábua corrida do quarto dela, minha amante percebendo me disse que “meu cuzinho estava piscando gostoso” e poucos momentos depois ela aumentou o ritmo das estocadas, eu suplicava pra ela arregaçar meu cuzinho, nisso senti seu pau crescer dentro de mim quando ela habilidosamente o tirou ao ponto de deixar só a cabeça dentro.

Junto com um gemido alto dela, senti vários jatos quentes dentro da minha bunda, uma sensação indescritível, ela propositalmente gozou na porta para ver a porra escorrer quando terminasse de gozar, esse requinte foi inesquecível. Ao tirar o pau da minha bunda houve um barulho molhado e vi cair no chão uma porra grossa que também deslizava pelas minhas pernas. Meu cuzinho estava finalmente fodido, assim como o das atrizes de filmes pornográficos.

Fiquei um tempo curtindo a sensação de ter sido um passivo submisso daquele travesti tão habilidoso em foder um cú, então essa era a sensação de ter um pau socando freneticamente na minha bunda em busca do gozo. Não sabia o que pensar daquilo, só que era uma sensação muito gostosa.

Após nos vestirmos, nos limpamos e ela me deu uma carona de volta pra casa.
Chegando em casa, fui para o banheiro e eu ainda podia sentir meu cú todo melado com a porra dela, me masturbei umas duas vezes seguidas pensando em tudo que aconteceu.

Muito provavelmente não deva ter sido uma super transa pra ela, pois eu era muito inexperiente, porem pra mim foi um acontecido que até hoje lembro com muitos detalhes. Ainda uso essas lembranças pra me masturbar a noite, pois foi uma das experiências sexuais mais marcantes que já tive.

Ainda hoje sinto muita falta em chupar aquele cacete, muito provavelmente sou bissexual, pois me amarro em transar com mulheres também, simplesmente não sei explicar.

Um abraço a todos.

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