A travesti me chupou na garagem

Esse conto aconteceu a pouco tempo, fiquei em dúvida se postava ou não pois estou confuso. No bairro onde moro, tem uma travesti chamada Alana que mora de aluguel na frente de casa. Ela é bem feminina daquelas que passam tranquilamente por mulher, a não ser a voz que é um pouco grossa. As vezes quando estava saindo cedo pra trabalhar ela estava chegando também de seu trabalho (fazia programa) as vezes bêbada descendo a rua, ou com algum carrão a deixando em casa.


Uma vez eu estava chegando em casa ela estava na frente da sua e vi que ela estava me olhando e fiquei a graça. Outra vez ela estava entrando num carro Uber enquanto eu estava chegando e ela parou pra ficar me olhando.
Outro dia fui no mercadinho perto de casa já a noite e vi que tinha um motoboy entregando pizza pra ela, apesar do escuro vi que ele estava bem próximo ao portão, e acho que ela estava batendo uma pra ele. Fingi que nem estava vendo, vi que ela me olhou mas passei reto.
Fiquei pensando se valeria a pena dar uma investida ou se ela me desse um mole se eu

aproveitaria. E num desses dias que em que eu teria que madrugar pra ir trabalhar encontro Alana chegando enquanro eu saia. Ela estava com um vestido e levemente alterada de bebida. Passei por ela e dei um bom dia.
-Bom dia lindo- e vi que ela estava com dificuldade de abrir o portão.
Olhei pra ver se tinha alguém conhecido passando e perguntei se queria ajuda.
-ah, não tô conseguindo abrir o portão- ela disse com sua voz tentando ser feminina.
Me aproximei e sem dificuldade abri o portão.

-Obrigado- ela me agradeceu e perguntou se eu queria entrar um pouco.
Disse que não podia pois tinha que ir trabalhar.
-entra aqui rapidinho na garagem pra eu te agradecer.
Fiquei pensando por um momento, ela estava com cara de puta safada e sem falar nada fui entrando.
Ela passou a mão no meu pau que ficou duro na hora.
-nossa, é enorme- ela comentou.
-Então chupa- falei sem pensar muito.
-com prazer- ela espondeu enquanto abaixava minhas calças.
Se ajoelhou e chupou com gosto, cuspia, batia na cara, e colocava tudo na boca. Falava que eu tinha um pau muito bom, que desde que me viu sabia disso. Chupou mais um pouco até que segurei pelos seus cabelos enquanto os jatos saiam. Foi um tanto bom e ela chupou sem desperdiçar nenhuma gota. Foi um boquete delicioso.
Ela disse que quando eu quisesse ela estaria disponível.
Fui trabalhar e nunca mais a vi.

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