Marido e mulher me tranformaram em menininha

Na segunda vez em que me encontrei com Rafael e Cristina, ela encasquetou que eu tinha de me vestir como uma menininha.
– Onde já se viu, um viadinho como você se vestir como homem?!? Da próxima vez em que nos encontrarmos, vou fazer uma transformação em você…
Tentei argumentar, mas ela foi categórica:


– Se você não deixar eu transformar você em boneca, nem eu nem Rafael voltamos a come-lo.
Eu, que já tinha ficado viciado na pica de Rafael e nos lindos seios de Cristina, tive de concordar.
Na outra vez, quando chegamos ao motel, Cristina foi logo me mostrando uma sacola de compras. Dentro da sacola tinha uma infinidade de coisas: saia e mini-blusa, peruca ruiva, calcinha, cinta-liga, meia 7/8, sandália. Tudo vermelho. Para completar os acessórios, ela havia comprado um par de brincos de pressão, pulseiras com coraçõezinhos de ouro, tornozeleiras e até uma gargantilha de veludo vermelho parecida com uma coleira e com as iniciais R e C gravados em dourado.

Antes de mais nada, ela me mandou tomar banho.
Depois, foi me montando, me ajudando a colocar a roupa. Quando terminou com a roupa, começou a maquiagem. Rafael ficava sentando em uma cadeira, olhando divertido para nós.
– E então, ele está ou não está uma verdadeira moça? – perguntou Cristina.
– Com certeza. Está perfeita!
– Querida, desfile para nós. – sugeriu Cristina.

Desfilei de um lado para o outro do quarto e Cristina ia dizendo para eu rebolar mais a bunda ou andar de forma mais feminina. Rafael nitidamente estava excitado com a brincadeira, pois sua pica já estava enorme. Cristina viu isso e falou, maliciosa:
– Acho que para ficar uma mulher perfeita, só falta chupar um pau…
Não esperei segunda ordem. Fui correndo para perto de Rafael e abocanhei seu pau. Cristina riu:

– Está vendo? Ela não consegue viver sem o seu pau. É uma puta chupadora de pica. Tem mais prazer nisso do que em se masturbar!
– Acho que ela é como aquela garota do filme Garganta Profunda. – disse Rafael. O ponto G dela fica na língua.
– Deve ser. Olha só com que gosto ela chupa o seu pau…
e quanto mais eles falavam, com mais vontade eu chupava. Já fazia duas semanas que havíamos nos encontrado e nesse tempo eu sonhara com o pau de Rafael todas as noites.
Cristina não perdeu a oportunidade e, colocando o pênis de borracha na cintura, fez com que eu ficasse de quatro. Ela levantou minha saia e puxou minha calcinha. Primeiro espalhou gel no meu rabo e depois começou a meter o consolo. Nas outras vezes ela tinha observado como Rafael me comia e tinha aprendido perfeitamente. Ela metia exatamente como um homem, mexendo o quadril e me segurando pela cintura.

– Hoje só quem vai comer o seu cu sou eu. – anunciou ela. Rafael só vai foder a sua boca.
Dali a pouco ela tirou o pau e se livrou da cinta. Achei que ela não ia cumprir o que dissera sobre me comer a noite inteira, mas estava enganado. De repente, ela apareceu com um enorme consolo de borracha. Devia ter uns 30 cm de comprimento e era o pênis mais grosso que eu já vira. Na sua parte mais grossa, devia ter o diâmetro de uma garrafa de refrigerante. Arregalei os olhos, assustado. Até Rafael se assustou:
– Ele não vai agüentar tudo isso!
– Vai sim! – garantiu Cristina. Por que esse viadinho não iria agüentar? Para que está acostumado a dar o rabo, quanto maior o cacente, maior o prazer… além disso, ele está doido para experimentar essa pica no cu. Não está, minha menininha?
Eu estava tão estarrecido com a perspectiva de ser arrombado por aquele colosso que não respondi nada.

– Você não está doida para experimentar esse pau no seu cu? Responda, viadinha!
– Es… estou… – gaguejei.
– Fale alto para que eu possa ouvir!
– Eu… estou doido para experimentar essa pica no cu.
– Então peça para eu meter esse caralho no seu rabo!
– Meta esse caralho no meu cu…
– Peça por favor, senão eu não meto coisa nenhuma no seu cu…
– Por favor, meta esse caralho no meu cu…

– É assim que eu gosto. Ta vendo, querido? É esse viadinho que ta pedindo… aliás, por que você parou de chupar o meu marido? Vamos, continue chupando a pica dele!
Voltei a chupar e a lamber o pau de Rafael enquanto ela espalha gel no consolo. Dali a pouco senti ela cutucando minha entradinha. A potinha daquele colosso era mais grossa que o pau com que ela normalmente me comia. Ela foi enfiando devagar, mas initerruptamente. Quando eu pedia para ela parar, ela dizia:
– Foi você mesmo que pediu para eu meter tudo. Agora volta a chupar o pau do meu marido que eu quero ver ele gozar enquanto eu arrombo o seu cu.
E ela foi metendo tudo. Eu tremia todo, rebolava, gemia, dava gritinhos de prazer e de dor:
– Ai! Ui! Ai! Ui!
– Isso, grita que nem um travesti..Grita como um viadinho que tu é. – dizia Cristina e enfiava cada vez mais.
Quando chegou na metade, não entrava mais e ela teve de usar as duas mãos para forçar. Aquilo foi me rasgando por dentro. Eu tremia tanto que mal conseguia ficar de quatro. Mas mesmo assim continuei chupando, até Rafael gozar forte na camisinha.
Enquanto meia no meu cu, Cristina se masturbava e acabou gozando também. Só então ela tirou o consolo e ficou fascinada com a abertura que tinha ficado. Minha entrada estava tão aberta que ela podia meter dois dedos sem tocar nas laterais. Ficou tão encantada que chamou Rafael para ver também.
– Mete a tua pica no cu desse viadinho. – sugeriu ela.
– Está brincando? Esse cu está tão arrombado que eu não vou nem sentir nada…
fomos tomar banho e, antes de sairmos do motel, Cristina me entregou um pacote de presente.
– São conjuntos de calcinha, shorts, baby dool e camisolas para você usar quando for dormir e se lembrar de mim. Você vai usar, minha bonequinha?
Claro que usei. E toda noite, vestida de putinha, eu penso em meus dois amantes e seus paus deliciosos.

Se você gosta de comer um homem vestido de mulherzinha, me escreva. Moro em Macapá e não sou afeminado. Dou preferência a homens com mais de 30 anos.

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