Minha primeira transa como CDzinha

Olá, tenho 40 anos, sou de BH e despertei cedo meu interesse por roupas femininas. Já sou casado, tenho 2 filhos e vida estabilizada. Esse sentimento ficou latente em mim por muitos anos, até que comecei usar roupas íntimas da minha esposa. Tenho quase 1,90m, 77kg, corpo atlético e peludo. Gostaria muito de me depilar pra me sentir mais feminina, porém a mulher iria desconfiar. Gostava de colocar fio dental e salto (adoro salto, quando usei pela primeira vez e me olhei no espelho, morri de tesão. Minha bundinha ficou empinadinha, pernas torneadas,

uma delícia de fêmea). Entro no bate bapo Uol com frequência para atiçar os machos que curtem CDzinhas. Adoro rebolar, desfilar de salto ouvindo elogios sobre minha bunda empinadinha e ser xingada de vadia, puta, cadela, entre outros elogios. Mostro meu cuzinho depilado, enfio o dedinho, consolo. Os machos ficam loucos. Vários pedem contato, mas morro de medo e prefiro ficar só no virtual, apesar de ser louca pra virar femea de um macho maduro e pauzudo. Saio com uma travesti que me come de calcinha e salto, mas queria um encontro secreto com um homem de verdade pra matar minha curiosidade.

Certa vez, me exibindo na cam, conversei com um cara de nick PM pauzudo. Começamos a conversar e ele pediu pra me ver. Me exibi pra ele bem safadinha, empinando minha bunda, super oferecida. Ele rasgou mil elogios sobre meu corpo, principalmente minha bunda. Quando mostrou o pau duro quase tive um treco. Que pauzão. Disse que tinha uns 24 cm e era bem grosso. Salivei na hora, vendo ele punhetar aquele mastro negro. Caprichei nas reboladas, mostrei meu cuzinho e vi quando ele gozou 1 litro de porra pra cima. Gozei na hora tb.

Normalmente os caras gozam e saem, mas ele ficou. Por coincidência, morava perto de minha casa, era divorciado, tinha 50 anos, vivia sozinho e adorava foder um cuzinho de macho, mas principalmente se estivesse vestido de putinha. Pediu pra me encontrar. Gelei. Morria de medo da exposição, afinal de contas era um homem acima de qualquer suspeita para a sociedade. Mas ele insistiu, dizia que estava com muita vontade de me comer, que eu seria a femea dele, que ele era super discreto, até por ser militar. Tentei enrolar de todo jeito, mas ele foi me convencendo e logo, logo já estava com o pau duro de novo querendo me ver mais um pouco.

Me apresentei de novo, agora mais puta ainda, introduzi um consolo no rabinho e gemi feito uma bezerra, pedindo rola, chamando ele de safado, cachorro e meu macho pauzudo. Ele, por sua vez, gemia de prazer, dizia que estava louco pra me fuder agora, que eu era a putinha mais gostosa que ele já tinha visto na net e que me queria de qualquer jeito. Mandou seu whatsapp e disse pra eu ligar naquele momento, mas fiquei com medo e sai do chat. Continuei em brasa de tanto tesão. Aquele macho perfeito estava bem perto de mim. Era tudo que eu sempre sonhei. Tomei coragem e mandei msg pra ele que respondeu prontamente. Pediu para eu ir à casa dele, daquele jeito que eu estava. De calcinha preta bem pequena, fio dental, sutien preto de bojo,

sainha vermelha bem curtinha, salto 13 preto, peruca loira e uma máscara que cobria meus olhos. Disse que sua casa tinha garagem. Era só entrar que ele iria me receber na porta do carro de pau duro. Contei que era louca por cheiro de pica ensebada, adorava ficar sentindo aquele cheiro. Morria de tesão. Ele disse que estava do jeito que eu gostava. Não aguentei. Me passou o endereço. Sabia onde era. Do jeito que eu estava entrei no meu carro e fui ao encontro do meu macho. Um misto de ansiedade, medo e tesão. Imaginava o que faríamos, como faríamos e tal. Ao entrar pela garagem, ele caminhou em direção ao carro. Era enorme. Devia ter quase 2 metros, forte, moreno cabelos e barbas curtas e cara de mau. Fiquei meio paralisada. Ele abriu a porta do carro.

– Que bom que vc veio, minha gostosa. Queria muito te conhecer na intimidade. Pode ficar tranquila, sou um cara bacana, mas bem sacana – Dei um sorriso e sai do carro. Ele me deu um selinho na boca, andou pra traz e pediu pra eu dar uma voltinha.
– PQP, vc é muito mais gostosa pessoalmente. Que delicia. Vou te foder todinha, sua safada.
– Aíii, safado. Páraaa. Assim eu fico com vergonha. É minha primeira vez com um homem – disse com uma voz fininha e empinando minha bunda pra ele que me pegou pela cintura e me encoxou. Senti na hora o volume do seu pintão na minha bunda.

– Já tá animado, ein?
– Vc é gostosa demais. Não tem como não ficar – Beijou meu pescoço, deu uma mordidinha que me arrepiou toda. Dei um gemido e me empinei mais ainda. Que tesão. Ele continuou se esfregando em mim e eu rebolando na pica dele, quando me virou de frente de novo e me deu um beijo de língua daqueles. Nunca havia beijado um homem. Abracei seu pescoço e me entreguei. Ele estava ofegante de tesão, enfiando a língua na minha boca com vigor, me puxando forte pra junto dele e seu pau cada vez mais duro. Beijava e soltava gemidinhos que o deixavam louco.

– Sua safada. Tá gostando, né? Ta gostando de virar minha fêmea, né?
– Hummm, to adorando meu macho safado.
– Agora cheira minha pica. Vc não gosta? Então cheira, sem colocar a boca. Vai, puta!
Me abaixei mais que depressa, arriei seu calção e veio aquele pauzão na minha cara.
– Nooossa, é enorme! Que delícia! Hummm que cheiro…
Meu pauzinho latejava de tesão. Aspirava fundo e sentia aquele cheiro delicioso de sebo de pinto, ele esfregando a cabeçona no meu nariz.
– Isso, cheira meu pau, minha putinha.
Estava delirando, batendo uma punheta e alisando meu cuzinho.
– Agora pede pra chupar. Pede, porra! Pede pra chupar o cacete do seu macho, pede! Me chama de Tio.
– Aiii , tioooo, me deixa mamar nessa pirocona, deixa? Por favor! Essa pica cheirosa, deixa eu chupar, deixa, tioooo? – Deu um tapa na minha cara que eu adorei.
– Chupa, vadia! Vai!
Comecei devagar, cheirando e lambendo a cabeçona, fui pra base, pro saco, depois comecei a engolir tudo (o que coube, né? Era imensa!). Dava gemidinhos enquanto ele me xingava e empurrava na minha garganta.
– Vem cá, vem. Não tô aguentando de tesão. Vamos lá pra dentro.
Fui andando na frente dele, rebolando com a calcinha enfiada no cu e a sainha mostrando minha bunda, igual uma vadia. Ele dava tapinhas, enfiava o dedo no meu rego e eu gostando. Chegamos na sala, ele colocou uma música e pediu para eu desfilar e dançar pra ele. Amei a idéia. Ele sentado no sofá com o pauzão na mão, eu ia até a porta, empinava, rebolava, agachava com o dedinho na boca, bem safada mesmo. Ele estava adorando.
– Caralho, vc é a mais gostosa que eu já vi. Que corpo, que pernas e que bunda. Mais gostosa que muita mulher aí. Vou acabar me apaixonando.
Adorei ouvir isso. Chegava perto e rebolava minha bunda no pau dele, sentia a cabeça ralando no meu cu com o fio dental. Depois virava de frente e caia de boca no pauzão de novo.
_ Isso mesmo, minha safada. Como vc é safada, ein?
– Huhum, sou sim. SUA safada.
Me colocou de pé e começou a alisar minha bunda, passou o dedo no meu cuzinho, afastou a calcinha e chupou meu cu.
– Ai, caralho, que delicia tiooo, chupa meu cuzinho, chupa! Aaaaaiiiii, tá gostoso, hummm.
Ele enfiava aquela língua lá dentro e me fazia delirar. Piscava meu cuzinho na língua dele e punhetava meu grelinho.
– Não tô aguentando, sua safada, quero te comer!
– Ai, me come! Tava louquinha por isso. Me come com esse pintão!
O pau era muito grande, pesado, batia na minha bunda enquanto eu rebolava e pedia a picona no cú.
Ele chegou a calcinha pro lado, passou bastante lubrificante no pau e veio esfregar no meu rabo. Eu estava de pé, com meu salto alto e a bunda empnadinha esperando e vendo aquela cena excitante no espelho da sala. Começou a introduzir a cabeça e diss:
– Vai, putinha, rebola gostoso no pau do seu negão e vai fazendo ele entrar, vai! Vadia! Tá gostando, tá? Isso, rebola, que bunda gostosa.
– Aiii que pintão, tio, que gostoso esse pintão abrindo meu tobinha. Aiiii, to adorando rebolar nesse pauzão de negão, aaaiiiii! Aiiiii, safadoooo!
Nossa, que prazer, que gostoso sentir uma pirocona entrando no cu. Fui ficando com mais e mais tesão e o pau foi entrando todinho. 24 cm!!! Delirei
– Nooo, que cú guloso, tá aguentando tudo sua puta! Que cú gostoso, quentinho, cú de puta.
Me segurou pela cintura e começou a bombar. Primeiro devagar, pra me acostumar com o tamanho, depois com mais vigor. Agarrou os cabelos da minha nuca (pouco compridos), puxou minha cabeça pra traz e pôs a boca perto do meu ouvido, gemendo, bufando, falando putaria.
– AAAAiiiiii, que gostoso, meu macho! Me fode, vai, me fode com esse pintão, aiiii que pinto grande, que pinto grande tioooo, aaaiiii!
Eu rebolava e rebolava naquele mastro até que…
– Não tô aguentando… Ahhhh! Safada, toma porra no cú!
– Enche o meu cuzinho de porra, safado!
Sentia a porra quente jorrando dentro de mim. Quando tirou o pau desceu muita porra no chão. O pau todo esporrado. Mais que depressa me agachei e comecei a chupar aquela porra quente e azeda.
– Isso, deixa limpinho, minha bichinha! Lambe a porra do macho. Caramba, que delícia de gozada. Vc é espetacular!
O pau já meia bomba ainda pingava porra na minha boquinha.
– Agora vai buscar uma cerveja pra, vadia!
Obedeci, é claro. Fui rebolando, com o cu arrombado. Parecia que tinha empinado mais ainda minha bunda. Nunca me senti tão feminina.
Ele veio ao meu encontro, abriu a cerveja, deu um gole considerável, me lascou um beijão na boca, me pegou pela mão e me conduziu ao seu quarto.

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