Eu sempre fui o cara discreto da oficina. Casado, dois filhos, rotina de casa, jantar, novela e dormir. Trabalhava no Setor de Indústrias, naquela parte mais afastada de Brasília, onde o cheiro de óleo e gasolina gruda na pele. Nunca imaginei que ia trair a minha esposa com a jovem trans que entrou pra trabalhar com a gente.
Ela se chamava Júlia. Antes era Júlio. Tinha vinte e quatro anos, pele morena clara, cabelo longo preto, e já tinha colocado um siliconezinho nos peitos que saltava por baixo das blusas decotadas que ela usava. Todo dia chegava de shortinho curto e salto baixo, mesmo sendo mecânica. Os caras zoavam baixinho, mas eu só ficava quieto olhando. Sentia o pau latejar dentro da calça de trabalho toda vez que ela se inclinava pra pegar alguma ferramenta.
Eu já estava de olho nela desde o primeiro mês. Conversava pouco, só o necessário. “Júlia, me passa a chave 13”. “Obrigado”. Mas a cabeça viajava. Imaginava ela sem roupa, o peito firme, o pau duro entre as pernas, me mandando calar a boca e me comendo. Vergonha e tesão misturados. Eu era casado. Eu tinha família. Mas o desejo não pedia licença.
Um dia ela sumiu.
Chegou o chefe e falou que a Júlia tinha pedido as contas. Foi pro litoral catarinense. Alguém comentou depois, num café, que ela tava trabalhando como acompanhante em Floripa. Aquilo me deu um frio na barriga. Eu fiquei imaginando ela em algum apartamento de frente pro mar, recebendo homem atrás de homem, cobrando caro, gozando e rindo. Enquanto eu continuava sujo de graxa, voltando pra casa todo dia e fingindo que nada tinha acontecido.
Passaram uns três meses. A oficina ficou sem graça. Eu continuava olhando pro lugar onde ela costumava trabalhar e sentia uma vontade estranha. Uma noite a mulher e os meninos foram dormir cedo. Eu fiquei no sofá, celular na mão, sem saber o que fazer. Tava atoa. Sem rumo. Aí digitei no Google exatamente o que tava na cabeça:
Apareceu um monte de resultado. Mas um site chamou atenção logo de cara. BellaCia.com.br. Parecia organizado, fotos reais, anúncios atualizados. Cliquei. Passei um tempo rolando os perfis, olhando as fotos, lendo as descrições. Era um site confiável, daqueles que a gente procura quando quer saber onde encontrar profissionais de verdade, sem cair em golpe. Tinha de tudo: loiras, morenas, peitudas, magrinhas… e várias travestis.
Rolei mais um pouco e o coração disparou.
Era ela.
A foto era nova. Cabelo mais longo, maquiagem forte, batom vermelho, sentada de perna cruzada num sofá claro. O texto do anúncio dizia que ela estava de volta a Brasília e atendendo com discrição. O nome no perfil era o mesmo: Júlia. Abaixo tinha o WhatsApp e a frase “ex-mecânica, agora só prazer”.
Fiquei parado olhando a tela por uns dois minutos. A respiração ficou pesada. Eu tinha procurado acompanhantes brasilia sem esperar nada e o destino jogou ela de novo na minha frente. A mesma novinha que eu olhava todo dia na oficina agora estava listada como garota de programa na capital. E eu, casado, com a esposa dormindo no quarto ao lado, sentia o pau duro pra caralho.
Mandei mensagem na mesma hora.
“Oi Júlia. Sou o Ricardo da oficina. Lembra de mim?”
A resposta veio em menos de um minuto.
“Claro que lembro, gostoso. Tava com saudade de ver você sujo de graxa. Quer marcar?”
Combinei pra no outro dia, de tarde, num motel perto do Setor Hoteleiro Sul. Disse que ia no horário de almoço estendido. Ela mandou o endereço e um áudio curto: “Vem preparado pra me comer e pra ser comido. Eu não brinco”.
Cheguei antes. Coração batendo forte. Tomei banho no motel, fiquei só de bermuda, esperando. Quando ela bateu na porta, abri e quase perdi o fôlego. Estava diferente. Mais mulher ainda. Vestido curto preto, saltos altos, peitos marcados, o cheiro de perfume caro. Entrou, fechou a porta e me empurrou contra a parede.
“Você não sabe o quanto eu te olhava na oficina, Ricardo. Ficava molhada só de ver você suado.”
Beijou minha boca com força. Língua quente, gosto de menta. A mão dela desceu direto pro meu pau e apertou por cima da bermuda. Eu gemi. Ela riu baixinho.
“Hoje você vai gozar dentro de mim e eu vou gozar na sua boca. Combinado?”
Tirei o vestido dela de uma vez. Os peitos saltaram, duros, os bicos escuros. Desci a boca e chupei com vontade. Ela puxou meu cabelo e empurrou a cabeça pra baixo. A bermuda caiu. O pau dela tava semi-duro, grosso, veias saltadas. Eu ajoelhei sem pensar. Abri a boca e engoli. O gosto era forte, de homem e de perfume misturado. Ela gemeu alto e segurou minha cabeça, enfiando mais fundo.
“Isso… chupa direito, mecânico safado.”
Chupei até ela ficar completamente dura. Depois ela me puxou pra cima, me jogou na cama e montou em mim. Esfregou o pau molhado no meu, os peitos balançando na minha cara. Eu agarrei a bunda dela com as duas mãos e enfiei o dedo no cu. Estava apertado e quente. Ela gemeu mais alto.
“Porra, Ricardo… você sempre quis isso, né? Ficar me olhando todo dia e imaginar me comendo.”
Virei ela de quatro. Cuspi na mão, passei no pau e enfiei de uma vez. O cu dela engoliu tudo. Apertado pra caralho. Comecei a meter forte, ouvindo o barulho molhado da porrada. Ela empurrava pra trás, gemendo sem vergonha.
“Mais forte… arromba essa bunda, caralho.”
Meti até sentir o saco bater nela. Depois ela me tirou de dentro, me empurrou de costas e se posicionou em cima. Dessa vez foi o pau dela que entrou em mim. Devagar no começo. Eu senti a cabeça grossa abrindo, a dor gostosa misturada com tesão. Quando ela enfiou tudo, eu gritei abafado no travesseiro. Ela começou a meter com força, segurando minhas pernas abertas.
“Olha pra mim enquanto eu te fodo. Você traiu a esposa por causa de uma travesti da oficina. Assume.”
Eu olhei. Os olhos dela brilhando, o peito balançando, o pau entrando e saindo do meu cu. O tesão subiu rápido demais. Ela sentiu e acelerou. Metia fundo, o saco batendo na minha bunda, a mão no meu pau batendo forte ao mesmo tempo.
“Vou gozar… porra, Ricardo, toma tudo.”
Ela gozou dentro de mim. Quente, pulsando. Eu senti o leitinho escorrer enquanto ela ainda metia. Isso me fez gozar também, jorrando no peito dela e na barriga. Ficamos parados uns segundos, suados, ofegantes. Ela saiu devagar e deitou do meu lado, rindo baixo.
“Agora você já sabe. A novinha da oficina vira acompanhante em Floripa, volta pra Brasília e te come no motel. Destino, né?”
Ficamos mais uma hora. Eu chupei o pau dela de novo, limpei com a língua o que ainda escorria. Depois ela me chupou até eu ficar duro outra vez e me montou de frente, rebolando devagar, olhando nos meus olhos. Gozei pela segunda vez dentro do cu dela.
Quando ela se vestiu pra ir embora, beijou minha boca com calma e falou:
“Qualquer hora você procura de novo. É só digitar acompanhantes brasilia e achar o BellaCia.com.br. Eu tô sempre por lá.”
Saí do motel com a bunda latejando e a cabeça confusa. Voltei pra oficina como se nada tivesse acontecido. No dia seguinte minha esposa perguntou se eu tava bem. Eu disse que sim. Mas toda vez que olho pro canto onde a Júlia trabalhava, sinto o mesmo frio na barriga.
E sei que vou procurar de novo.
